Vitória-ES destaca-se na valorização imobiliária, enquanto Goiânia apresenta queda
Preços dos imóveis nas capitais brasileiras sobem 3,33% em 2025
- Publicado: 20/01/2026
- Alterado: 03/07/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Farol Santander São Paulo
O recente Índice FipeZAP revelou que os preços dos imóveis residenciais nas principais capitais brasileiras apresentaram uma valorização média de 3,33% no primeiro semestre de 2025. Este aumento supera o índice de inflação, medido pelo IPCA, que registrou uma alta de 3,01% no mesmo período.
Entre as capitais, Vitória, no Espírito Santo, se destacou com um crescimento expressivo de 11,88%, tornando-se a cidade com a maior valorização do país. Salvador, na Bahia, ocupa a segunda posição com um aumento de 9,86%, seguida por João Pessoa, na Paraíba, que apresentou uma valorização de 9,20%. Por outro lado, Goiânia, em Goiás, foi a única capital a apresentar uma queda nos preços imobiliários, com uma diminuição de 0,64%.
A taxa de valorização observada neste semestre representa uma leve desaceleração em relação ao mesmo período do ano anterior, quando os preços haviam subido 3,56%. Em junho de 2025, o Índice FipeZAP indicou um crescimento mensal médio de 0,45% nos valores dos imóveis, valor muito próximo ao aumento de 0,46% verificado em maio. Os imóveis com um dormitório foram os que mais se valorizaram mensalmente, com uma alta de 0,61%.
O preço médio dos imóveis residenciais nas cidades analisadas alcançou R$ 9.319 por metro quadrado em junho. As unidades de um dormitório apresentaram o valor médio mais elevado do mercado, atingindo R$ 11.246 por metro quadrado. Em contrapartida, os imóveis com dois dormitórios registraram o menor preço médio do setor, fixando-se em R$ 8.392 por metro quadrado.
Vitória continua a liderar como a capital com o metro quadrado mais caro do Brasil, avaliado em R$ 13.711. Florianópolis e São Paulo seguem na lista das cidades com os preços mais altos por metro quadrado, avaliados em R$ 12.355 e R$ 11.613 respectivamente.
No acumulado dos últimos doze meses até junho de 2025, os preços dos imóveis subiram 7,49%. Embora essa taxa seja inferior à observada em períodos anteriores, ainda supera a inflação ao consumidor registrada no mesmo intervalo, que foi de 5,37%.