Vibra São Paulo se destaca com uso integral de energia renovável

Casa de shows consolida compromisso com sustentabilidade ao consumir quase 1.500 MWh de fontes limpas certificadas

Crédito: Divulgação/Giu Pera

A Vibra São Paulo, uma das mais importantes casas de espetáculos do país, acaba de alcançar mais um marco em sua trajetória de inovação e responsabilidade socioambiental: em todo o ano de 2024, a casa utilizou exclusivamente energia elétrica proveniente de fontes renováveis certificadas.

O certificado foi emitido pela Comerc Energia, empresa do grupo Vibra especializada em soluções sustentáveis no setor energético, e é validado pelo sistema internacional I-REC (International Renewable Energy Certificate). Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024, foram consumidos 1.496 MWh de energia limpa na operação da casa, localizada na zona sul da capital paulista.

Compromisso com o ESG e a descarbonização

A conquista reforça o compromisso da Vibra São Paulo com a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) e com a descarbonização do setor de entretenimento.

“Nosso objetivo é mostrar ao público da Vibra São Paulo que a energia que abastece nossos shows é 100% renovável. Unir experiências de alto nível com consciência ambiental é parte essencial do nosso propósito”, afirma Renata Yamamoto, gerente da Vibra São Paulo.

ESG
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A certificação faz parte de uma estratégia mais ampla da Vibra, que desde a aquisição da Comerc Energia vem ampliando sua atuação como uma das principais plataformas de energia limpa do país.

“O mercado de I-REC cresce de forma consistente no Brasil, impulsionado por empresas que entendem o valor da gestão energética eficiente como diferencial competitivo e ferramenta concreta de fortalecimento de práticas ESG”, destaca Antônio Carlos Soares de Carvalho, diretor da Mesa de Carbono da Comerc Energia.

Energia limpa que transforma o entretenimento

Ao adotar 100% de energia renovável, a Vibra São Paulo contribui ativamente para a redução das emissões de gases de efeito estufa, promovendo um modelo de consumo mais consciente e alinhado às metas globais de combate às mudanças climáticas.

A iniciativa também estimula a transição energética no setor de eventos e fortalece a imagem da casa como referência não apenas em qualidade artística e técnica, mas também em inovação sustentável.

Referência em cultura e entretenimento

Com apenas dois anos de operação, a Vibra São Paulo já se tornou uma das principais casas de shows da América Latina. Localizada na Marginal Pinheiros, a casa já recebeu nomes como Joss Stone, Bruce Dickinson, Simple Plan, NCT Dream, Djavan, Roberto Carlos, Pabllo Vittar, Alcione, Paralamas, Sandy e o grupo 4 Amigos, além de eventos corporativos e proprietários.

Vibra São Paulo
Divulgação/Giu Pera

Em 2024, foi eleita pelo especial “O Melhor de São Paulo” da Folha de S. Paulo como destaque em som, conforto e visão de palco na categoria de casas de shows entre 5.000 e 10.000 pessoas. Desde seu lançamento, a casa já recebeu mais de 340 mil visitantes.

O nome “Vibra São Paulo” surgiu a partir do naming rights da Vibra, consolidando a estratégia da empresa de energia em unir cultura, sustentabilidade e experiência de marca.

Comerc e Vibra: liderança na transição energética

A Comerc Energia, incorporada definitivamente pela Vibra em janeiro de 2025, soma mais de 20 anos de atuação no mercado elétrico brasileiro. Sua expertise abrange desde a gestão no Mercado Livre de Energia até soluções integradas em eficiência, geração e descarbonização.

Com a integração, a Vibra ampliou significativamente seu portfólio de transição energética, incluindo:

  • 8 parques de geração solar centralizada (1,54 GW de capacidade);
  • 3 parques eólicos (280 MW de capacidade);
  • 4,6 mil unidades consumidoras no Mercado Livre (representando 6% da energia consumida no país);
  • Mais de 95 usinas solares distribuídas;
  • Cerca de 700 inventários de carbono já entregues.

Essa estrutura coloca a Vibra na liderança do setor como a maior multiplataforma de energia do Brasil, com soluções personalizadas e sustentáveis voltadas a uma economia de baixo carbono.

  • Publicado: 26/01/2026
  • Alterado: 26/01/2026
  • Autor: 19/05/2025
  • Fonte: Maria Clara e JP