Super Bowl LX bate recordes com comerciais e prêmios milionários
O evento decisivo da NFL consolida sua força econômica com anúncios de US$ 10 milhões e bônus astronômicos para os atletas.
- Publicado: 15/01/2026
- Alterado: 08/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: Fever
O Super Bowl LX define o grande campeão da temporada 2025/2026 da NFL neste domingo (8), colocando frente a frente New England Patriots e Seattle Seahawks. A partida realizada no Levi’s Stadium, em Santa Clara, transcende o esporte e movimenta cifras impressionantes, tanto na remuneração dos atletas quanto no mercado publicitário global.
A simples classificação para a final da liga já garantiu aos jogadores uma quantia considerável. Entre vitórias nos playoffs e a participação assegurada na decisão, cada atleta acumula, no mínimo, US$ 296 mil (cerca de R$ 1,5 milhão). Caso conquistem o troféu Vince Lombardi, esse montante sobe consideravelmente, premiando a performance de elite exigida para chegar ao Super Bowl.
Premiação do Super Bowl e bônus por fase
A estrutura de pagamentos da NFL recompensa o desempenho progressivo. Se a equipe vencer neste domingo, cada integrante recebe um adicional de US$ 75 mil, elevando os ganhos da pós-temporada. A tabela oficial da liga detalha os valores acumulados por etapa vencida até a glória máxima no Super Bowl:
- Wild Card: US$ 53,5 mil (times gerais/bye) ou US$ 58,5 mil (campeões de divisão).
- Divisional Round: US$ 58,5 mil.
- Final de Conferência: US$ 81 mil.
- Vice-campeão: US$ 103 mil.
- Campeão: US$ 178 mil.
Outro símbolo de status cobiçado são os anéis de campeão. A NFL financia cerca de 150 unidades para a franquia vencedora, com cada joia avaliada entre US$ 30 mil e US$ 50 mil. O valor total do conjunto de anéis distribuídos após o Super Bowl gira em torno de US$ 5 milhões.
Publicidade mais cara da história da TV
Enquanto os atletas buscam a glória em campo, as marcas travam uma batalha financeira nos intervalos. A 60ª edição do evento quebrou recordes de arrecadação publicitária. Inserções de apenas 30 segundos foram negociadas por uma média de US$ 8 milhões, com contratos premium ultrapassando a barreira dos US$ 10 milhões.
A NBC, emissora detentora dos direitos de transmissão nos Estados Unidos, informou que todo o inventário comercial do Super Bowl foi vendido ainda no terceiro trimestre do ano passado. Essa antecipação reflete a urgência dos anunciantes em garantir visibilidade no programa de maior audiência da televisão norte-americana.
Peter Lazarus, executivo da NBC Universal, destaca que o evento oferece uma oportunidade singular de engajamento massivo. A estratégia das marcas inclui lançar teasers dias antes da partida, criando narrativas que só são concluídas durante os intervalos do Super Bowl.
Audiência global e onde assistir no Brasil
O interesse dos anunciantes é justificado pelos números de audiência. Em 2025, a transmissão registrou o recorde de 127,7 milhões de telespectadores nos EUA, com picos superiores a 137 milhões. A expectativa para a edição atual é manter ou superar essa marca, consolidando o Super Bowl como o ápice do entretenimento televisivo.
A distribuição de conteúdo da liga no Brasil atingiu um novo patamar de acessibilidade. Para garantir que você não perca nenhum lance do Super Bowl, as opções variam entre TV fechada, streaming e sinal aberto (com restrições de horário).
Confira a lista oficial de transmissores:
- Multishow: Foco exclusivo na transmissão ao vivo do Show do Intervalo de Bad Bunny, ideal para quem prioriza a música sobre o esporte.
- ESPN e Disney+: Exibição tradicional com narradores e comentaristas especializados, cobrindo o pré-jogo e a cerimônia de premiação completa.
- Sportv: Transmissão focada no público brasileiro de TV por assinatura, com equipe própria in loco.
- NFL League Pass (DAZN): Opção para quem prefere a transmissão original em inglês (ou em português) via streaming global da liga.
- Ge TV (YouTube): Alternativa digital gratuita e acessível para dispositivos móveis e Smart TVs.