Santo André homenageia João Ramalho e imigrantes da cidade
Solenidade relembrou trajetória do fundador do município e a contribuição de seus primeiros moradores, oriundos de países como Portugal, Itália, Cabo Verde e Japão
- Publicado: 15/04/2013 08:51
- Alterado: 15/04/2013 08:51
- Autor: Fernanda Bertoncini
- Fonte: Secom PSA
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Na manhã deste sábado (13), a Prefeitura de Santo André realizou, no Paço Municipal, ato solene em homenagem a João Ramalho, fundador da cidade, e aos imigrantes que ajudaram a construir a história do município.
Na ocasião, foi relembrada a saga do português João Ramalho, que saiu de sua cidade natal Vouzela para fundar, em 8 de abril de 1.553, Santo André da Borda do Campo.
Integrantes das colônias receberam das mãos de João Avamileno, um certificado de homenagem ao imigrante. “A comunidade luso-brasileira sente-se honrada em fazer parte da história de Santo André, cidade próspera e acolhedora”, comentou o representante de Portugal, Paulo Augusto de Freitas.
O secretário de Governo ressaltou a importância para o desenvolvimento econômico da cidade com a chegada de imigrantes de diversos países. “É uma grande honra homenagear as cidades-irmãs de Santo André. Vamos buscar parcerias e convênios com essas cidades, como fizemos há quatro anos. O prefeito Carlos Grana tem trabalhado duro para colocar Santo André em destaque, para ampliar a geração de empregos e incrementar a economia”, enfatizou.
A programação contou com apresentação da Banda Lira da cidade, desfile do Tiro de Guerra e do Grupo Escoteiro andreense e o depósito simbólico de uma coroa de flores aos pés da estátua de João Ramalho.
Participaram do evento – que integra as festividades dos 460 anos de Santo André –representantes do Executivo, da sociedade civil e das cidades-irmãs – as portuguesas Braga e Vouzela, Ilha de São Nicolau, de Cabo Verde, e a japonesa Takasaki.
João Ramalho – Nasceu na cidade de Vouzela, em 1.493, filho de João Vieira Maldonado e Catarina Afonso de Balbode. Explorador, fundou a cidade de Santo André em 8 de abril de 1.553, chamada, na época, de Santo André da Borda do Campo. No Brasil, casou-se com a filha do cacique Tibiriçá, Bartira.