Natal Sem Fome 2025: ONG doa alimentos da agricultura familiar
A ONG Ação da Cidadania doará 5 mil toneladas de alimentos da agricultura familiar, beneficiando 2 milhões de brasileiros na campanha Natal Sem Fome 2025
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 22/12/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
A ONG Ação da Cidadania anunciou uma significativa doação de mais de 5 mil toneladas de alimentos provenientes da agricultura familiar, fruto do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Essa ação beneficiará mais de 2 milhões de brasileiros, tornando a campanha Natal Sem Fome de 2025 a maior desde sua criação, há 32 anos.
Campanha Natal Sem Fome

O programa ‘Natal Sem Fome’ é resultado de uma colaboração entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para Rodrigo “Kiko” Afonso, diretor-executivo da Ação da Cidadania, essa conquista tem um significado especial pela qualidade dos alimentos distribuídos. Em declaração oficial, ele destacou: “Conseguir incluir alimentos da agricultura familiar nas cestas é uma realização enorme que buscamos viabilizar há anos”.
Esta edição do Natal Sem Fome marca a primeira vez que produtos adquiridos pelo governo federal são integrados à campanha. O PAA não apenas fornece alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas também fortalece a agricultura familiar e promove a valorização da produção local, contribuindo para a geração de renda no campo.
De acordo com a Ação da Cidadania, os itens doados melhoram a qualidade nutricional das cestas, proporcionando um Natal mais digno para as famílias que enfrentam a insegurança alimentar. A demanda por produtos da agricultura familiar na última chamada do PAA alcançou R$ 1,9 bilhão neste ano, conforme ressaltou Edegar Pretto, presidente da Conab.
“O benefício se estende desde o agricultor, que pode contar com a garantia da venda de sua produção, até aqueles que carecem de alimentos e recebem itens saudáveis e de qualidade”, afirmou Pretto. Ele complementou dizendo que é impressionante ver como alimentos produzidos por agricultores familiares em estados como Mato Grosso ou Rio Grande do Sul chegam até o Maranhão e outras regiões do Nordeste e Norte do Brasil.