Morre Wilson Figueiredo aos 100 anos no Rio de Janeiro

O velório acontecerá na próxima terça-feira (22), das 11h às 14h, na Capela 2 do Cemitério São João Batista, com sepultamento previsto para as 15h.

Crédito: Reprodução

O jornalista e escritor Wilson Figueiredo faleceu neste domingo (20), aos 100 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI). A causa da morte não foi divulgada.

O velório acontecerá na próxima terça-feira (22), das 11h às 14h, na Capela 2 do Cemitério São João Batista, com sepultamento previsto para as 15h.

Trajetória pessoal e formação

Natural de Castelo, no Espírito Santo, Figueiredo mudou-se ainda criança para Minas Gerais. Seu interesse inicial era pela medicina, mas nunca chegou a prestar vestibular. Chegou a iniciar o curso de Letras Neolatinas, que não chegou a concluir.

Desde jovem, demonstrava interesse pela escrita e encontrou no jornalismo o caminho profissional que o acompanharia por décadas.

Início na imprensa e incursão na poesia

O primeiro contato com o jornalismo se deu como redator e tradutor na Agência Meridional, ligada ao jornal Estado de Minas. Também atuou como secretário na Folha de Minas e foi um dos idealizadores da revista “Edifício”.

Na literatura, Figueiredo se aventurou na poesia, influenciado pelo modernista Mário de Andrade. Lançou as obras “Mecânica do Azul” (1946) e “Poemas Narrativos” (1948), que mais tarde foram rejeitadas por ele próprio, levando à retirada dos exemplares de circulação.

Reconhecimento nacional

A mudança para o Rio de Janeiro, em 1957, marcou uma nova fase de sua carreira. Na capital fluminense, trabalhou em importantes veículos como Última Hora, O Jornal e Jornal do Brasil, onde consolidou seu nome como uma das vozes relevantes da imprensa brasileira no século XX.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 21/04/2025
  • Fonte: FERVER