Mercedes-Benz celebra 70 anos acelerando rumo ao futuro
Fábrica de São Bernardo une legado, inovação e liderança em ônibus, enquanto prepara novos lançamentos para a LatBus 2026
- Publicado: 07/07/2026 19:30
- Alterado: 07/07/2026 19:30
- Autor: Norberto Quintana/TranspoNews
- Fonte: Flashmotors
No dia 28 de setembro de 1956, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, foi inaugurada a fábrica da Mercedes-Benz do Brasil. A partir daquele momento, a tradicional marca alemã passava a produzir no país o primeiro caminhão “brasileiro” a diesel, o Torpedo L 312, e o primeiro chassi de ônibus, o LP 312. Depois de 70 anos, o mesmo local abriga uma moderna Indústria 4.0, caracterizada pelo conceito de integração de tecnologias digitais, como inteligência artificial, internet das coisas (IoT), robótica e computação em nuvem, aos processos produtivos, criando as chamadas fábricas inteligentes, capazes de tomar decisões autônomas, otimizar recursos e operar em tempo real. Os produtos que saem da unidade do ABC Paulista continuam a se destacar no mercado brasileiro e em mais de 50 países pelo padrão de qualidade e pelos atributos principais associados à Mercedes-Benz em todo o mundo.
Uma história que ajudou a mover o Brasil

Na trajetória de sete décadas, a Mercedes-Benz do Brasil sempre ocupou posição de vanguarda no desenvolvimento tecnológico de veículos comerciais, seguindo as diretrizes globais da companhia. No caso específico da produção de ônibus, a marca alemã introduziu veículos mais confortáveis e seguros, com a fabricante da estrela de três pontas trazendo uma contribuição significativa e histórica para o transporte de passageiros, tanto urbano quanto rodoviário. Interligando cidades e regiões de um país com dimensões continentais, o ônibus Mercedes-Benz teve papel de destaque no desenvolvimento da mobilidade no Brasil.

Entre partidas e chegadas, o ônibus é um ponto de encontro e de conexão de pessoas. Por ruas e estradas, ele tem a capacidade de ir a quase todos os lugares do país, das grandes metrópoles aos recantos mais distantes do interior. “Atualmente, a frota circulante de ônibus no Brasil, considerando todos os segmentos, gira em torno de 400 mil unidades. Nesse contexto, cerca de sete a cada dez ônibus são da Mercedes-Benz. Em seus 70 anos, a empresa alcançou o marco de 800 mil ônibus produzidos, com vendas acumuladas para o mercado interno e exportações. A Mercedes-Benz do Brasil é a maior exportadora de ônibus do país, tendo atendido, ao longo dessas sete décadas, mais de cem países. As primeiras exportações ocorreram 1961, com o envio de 550 monoblocos O 321 para a Argentina”, recorda Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.
Dos primeiros chassis à Indústria 4.0

A Mercedes-Benz contribuiu para o avanço em termos de veículos e de conceito estrutural, impactando positivamente tanto o sistema urbano quanto o rodoviário. Especialmente para a cidade de São Paulo, com o chassi pioneiro de ônibus LP 312. A chegada do monobloco O 321 H nas versões rodoviária e urbana, em 1958, foi uma iniciativa inovadora para a época, além de a Mercedes-Benz oferecer chassis para encarroçamento feito por terceiros. O conceito do monobloco da Mercedes visava eficiência operacional e conforto para os passageiros, com motor a diesel de injeção direta instalado na traseira do ônibus. Algo inédito para a época.
Olhar voltado para os próximos anos

No ano em que completa sete décadas no Brasil, a Mercedes-Benz anuncia que estará plenamente na LatBus 2026, maior feira latino-americana de transporte, que será realizada de 11 a 13 de agosto no São Paulo Expo, na capital paulista. A Mercedes-Benz do Brasil reservou vários lançamentos e novidades para a LatBus deste ano, envolvendo toda a sua linha de chassis de ônibus urbanos e rodoviários, tanto do portfólio a diesel quanto do elétrico. Promete ainda destacar os diferenciais de sua linha de peças e serviços para ônibus e os apoios financeiros para clientes. A empresa promoverá na feira várias ações e iniciativas voltadas à eletromobilidade e à descarbonização do transporte, reforçando seu compromisso com as demandas atuais e futuras da sustentabilidade.