EUA e China travam nova batalha comercial com ameaças e retaliações tarifárias

Pequim reage com firmeza às novas tarifas anunciadas por Trump e acusa os Estados Unidos de chantagem econômica, prometendo resistir até o fim.

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A tensão econômica entre as duas maiores potências do mundo voltou a se intensificar. Após novas ameaças de tarifas feitas por Donald Trump, a China se pronunciou oficialmente, reforçando que responderá com firmeza a qualquer medida imposta por Washington. A troca de acusações e tarifas já vinha se arrastando ao longo do ano, mas os últimos dias marcaram uma escalada significativa no conflito comercial.

Trump eleva tarifas e provoca reação imediata de Pequim

Na semana anterior, o então presidente americano anunciou uma elevação significativa nas tarifas sobre produtos chineses, aumentando em 34% a taxação a partir do dia 9, além dos 20% já vigentes desde o início do ano, totalizando 54%. Em resposta, o governo chinês divulgou que também aplicará uma tarifa de 34% sobre produtos dos EUA, com validade a partir do dia 10.

Essa movimentação levou Trump a prometer, no dia 7, uma nova taxação de 50% sobre as importações da China.

China classifica ações dos EUA como chantagem e promete resistir

O Ministério do Comércio da China divulgou um comunicado oficial em que condena veementemente as medidas norte-americanas, acusando os EUA de recorrerem à chantagem econômica.

De acordo com o governo chinês, a postura americana representa uma série de erros e viola os princípios do comércio internacional. A nota ainda destaca que a China está pronta para acompanhar os Estados Unidos “até o fim” nessa escalada, caso Washington não recue.

Pequim defende retaliações como legítimas e necessárias

Segundo a nota oficial do ministério, as medidas retaliatórias adotadas pela China são justificadas, pois têm como objetivo proteger a soberania, a segurança nacional e os interesses econômicos do país. As autoridades chinesas classificaram as tarifas impostas pelos EUA como ações unilaterais e típicas de bullying comercial, afirmando que seguirão tomando contramedidas para manter a estabilidade do comércio global.

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  • Publicado: 13/02/2026
  • Alterado: 13/02/2026
  • Autor: 07/04/2025
  • Fonte: Sorria!,