Doutor Seraphim propõe vacinação domiciliar para pessoas com TEA
Doutor Seraphim defende medida para ampliar acesso à imunização e reduzir barreiras enfrentadas por pessoas com Transtorno do Espectro Autista
- Publicado: 17/04/2026 09:26
- Alterado: 17/04/2026 09:26
- Autor: Daniela Penatti
- Fonte: CMSCS
O presidente da Câmara de São Caetano do Sul, vereador Doutor Seraphim (PL), apresentou uma indicação à Secretaria Municipal de Saúde (Sesaud) solicitando estudos e tratativas para viabilizar a oferta de vacinação domiciliar a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), mediante solicitação de pais ou responsáveis.
Proposta de Doutor Seraphim busca ampliar cobertura vacinal

Segundo Doutor Seraphim, pessoas com TEA frequentemente apresentam reatividade sensorial e comportamental, o que pode dificultar a permanência em unidades de saúde e comprometer a adesão ao calendário vacinal. A proposta sugere que o atendimento domiciliar seja realizado por equipes treinadas, mediante agendamento prévio.
“Experiências com grupos de mobilidade reduzida indicam que a visita domiciliar, quando conduzida por equipe preparada, pode ampliar a cobertura vacinal e reduzir a ansiedade associada ao procedimento”, afirmou o parlamentar.
Vacinação domiciliar pode reduzir barreiras de acesso
A iniciativa apresentada por Doutor Seraphim tem como objetivo principal diminuir obstáculos enfrentados por famílias de pessoas com TEA, especialmente em ambientes que podem gerar sobrecarga sensorial. A vacinação em casa surge como alternativa para garantir maior conforto e segurança durante o processo.
Especialistas apontam que estratégias inclusivas como essa contribuem para melhorar indicadores de saúde pública, além de fortalecer a confiança das famílias nos serviços oferecidos pelo município.
Medida reforça políticas públicas de saúde inclusiva
Para Doutor Seraphim, a proposta também está alinhada ao princípio da equidade no acesso à saúde. O vereador destacou que a medida pode impactar positivamente não apenas indivíduos com TEA, mas toda a coletividade.
“Espera-se, com essa medida, a redução de barreiras de acesso, o aumento da proteção coletiva e a reafirmação do direito à saúde em condições de igualdade”, afirmou.
A indicação de Doutor Seraphim agora segue para análise da Secretaria Municipal de Saúde, que deverá avaliar a viabilidade técnica e operacional da implementação do serviço no município.