Concessões do crédito consignado privado superam expectativas em apenas uma semana
A entidade prevê que este valor possa se aproximar de R$ 2 bilhões até o final do dia, superando o total concedido em todo o mês de janeiro
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 28/03/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Teatro SABESP FREI CANECA
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou, na última sexta-feira, 28, que o novo sistema de crédito consignado privado alcançou a marca de R$ 1,52 bilhão em concessões apenas uma semana após o seu lançamento. A entidade prevê que este valor possa se aproximar de R$ 2 bilhões até o final do dia, superando o total concedido em todo o mês de janeiro.
No primeiro mês do ano, as concessões totalizaram R$ 1,689 bilhão, realizadas sob um modelo anterior que dependia de convênios entre bancos e empresas para oferecer crédito aos funcionários. O novo sistema introduz uma metodologia mais integrada, utilizando dados do eSocial para calcular a capacidade de crédito de cada trabalhador com carteira assinada, ampliando assim o acesso a este tipo de financiamento.
A Febraban destaca que a rápida aceitação do novo produto indica um forte interesse e uma necessidade significativa entre os consumidores. “Com um volume financeiro já superior a R$ 1,52 bilhão e potencial para encerrar o dia próximo aos R$ 2 bilhões, o crédito consignado privado mostra desde seu início uma resposta positiva, proporcionando uma alternativa mais saudável em termos financeiros para os trabalhadores e suas famílias”, afirmou a entidade em comunicado.
Embora o produto esteja passando por melhorias operacionais em colaboração com o governo, a Febraban enfatiza que os benefícios para os consumidores e para o sistema financeiro são claros e inegáveis. Atualmente, 40 instituições bancárias estão autorizadas a oferecer essa nova modalidade de crédito, das quais 26 já iniciaram contratos com clientes.
A previsão é de que a participação dos bancos no setor aumente gradualmente. A partir do dia 25 de abril, novas ofertas deverão ser disponibilizadas através dos canais próprios das instituições financeiras, permitindo assim um crescimento nas contratações e na substituição de dívidas mais onerosas, que é um dos principais objetivos deste novo modelo.