Categoria tenta reverter pontos da reforma no Senado

Mesmo com o apoio parlamentar na votação da reforma da Previdência na Câmara, os procuradores de Justiça acreditam que ainda seja possível reverter alguns pontos da proposta no Senado

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Na última quarta-feira, uma comitiva se reuniu com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator do projeto na Casa, para pedir alterações em artigos considerados críticos.

Entre as principais queixas, estão a alíquota progressiva, que pode elevar a contribuição previdenciária de um promotor de R$ 3 7 mil (11%) para R$ 5,6 mil (16,8%) sobre o salário bruto (R$ 33 6 mil); a redução de até dois terços da pensão por morte, hoje em R$ 25,3 mil; e as regras de transição para quem entrou na carreira a partir de 2004.

“Todos nós temos consciência de que a reforma da Previdência é necessária. O problema é que tem muitos pontos que não atentam para as peculiaridades das carreiras de Estado. Aqueles que entraram após 2003 e recolheram (INSS) pelo teto salarial, por exemplo, vão ter de se aposentar pelo teto do regime geral”, disse o presidente do CNPG, Paulo Cezar dos Passos.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 19/08/2019
  • Fonte: FERVER