Atriz Titina Medeiros morre aos 48 anos, vítima de câncer

Estrela de Cheias de Charme lutava contra câncer no pâncreas e deixa o marido, César Ferrario, após 20 anos de união e arte.

Crédito: Beatriz Damy/TVGlobo

A cultura brasileira perdeu Titina Medeiros neste último domingo (11). A atriz faleceu aos 48 anos, vítima de complicações decorrentes de um câncer no pâncreas, deixando o cenário artístico nacional em luto.

Conhecida pelo carisma inigualável, a artista deixa o marido, César Ferrario. O casal dividiu a vida por cerca de 20 anos e também a arte, tendo contracenado juntos no grande sucesso “Cheias de Charme“. A partida precoce de Titina Medeiros gera uma onda de comoção entre colegas de profissão e fãs que acompanharam sua brilhante jornada.

O legado inesquecível de Titina Medeiros na TV

Sua estreia nas novelas da Rede Globo foi meteórica ao interpretar a icônica personagem Socorro. O papel conquistou o público imediatamente e abriu portas para diversos projetos de destaque na emissora.

O trabalho mais recente da atriz na televisão foi na série “No Rancho Fundo”, que estreou em 2024. Na produção, ela mais uma vez demonstrou sua versatilidade cênica e capacidade de transitar entre o humor e o drama. É impossível analisar a teledramaturgia recente sem citar a imensa contribuição de Titina Medeiros para o entretenimento nacional.

Do sertão para o estrelato nacional

Natural de Currais Novos, cidade localizada no sertão do Rio Grande do Norte, a trajetória da artista começou muito antes da fama televisiva. Ainda na década de 1990, os palcos foram a primeira casa da intérprete.

Antes de brilhar nas telas de todo o país, ela consolidou seu nome em diversos espetáculos teatrais regionais. A filmografia de Titina Medeiros inclui obras marcantes que mostram a força de sua atuação:

  • Onde Nascem os Fortes
  • Geração Brasil
  • A Lei do Amor
  • Mar do Sertão

O cenário cultural sofre hoje uma perda irreparável com o adeus desta grande potiguar. A memória, o talento e a alegria contagiante de Titina Medeiros permanecerão vivas na história da arte brasileira.

  • Publicado: 15/01/2026
  • Alterado: 15/01/2026
  • Autor: 11/01/2026
  • Fonte: Fever