André do Prado, presidente da Alesp, é internado após cirurgias cardíacas
André do Prado (PL-SP) enfrenta obstrução nas artérias
- Publicado: 15/01/2026
- Alterado: 02/07/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Fever
O deputado estadual André do Prado (PL-SP), que ocupa a presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), foi hospitalizado nesta quarta-feira, dia 2, após realizar duas cirurgias com o intuito de desobstruir artérias coronárias. Em um vídeo divulgado em seu perfil oficial no Instagram, o parlamentar compartilhou detalhes sobre sua condição de saúde.
André do Prado revelou que a intervenção médica incluiu um cateterismo seguido de angioplastia, resultando na colocação de dois stents. O político explicou que uma placa de gordura presente em suas veias estava comprometida em aproximadamente 70%, o que motivou a urgência das cirurgias.
Apesar da internação prevista para durar dois dias, o deputado assegurou que as atividades da Alesp continuam sem interrupções. “Minha equipe está gerenciando todos os assuntos com responsabilidade enquanto estou fora”, afirmou.
No último dia 25 de junho, André do Prado presidiu uma sessão na Alesp que culminou na aprovação da criação de 1.344 novos cargos públicos em um tempo recorde de apenas 93 segundos. Durante essa reunião, também foram aprovados reajustes salariais de 5% e 7% para os servidores do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) e para os funcionários da própria Assembleia, respectivamente.
A Alesp emitiu uma nota após a votação, reiterando que todos os projetos discutidos em Plenário seguem as normas estabelecidas pelo Regimento Interno, garantindo os direitos à discussão e votação dos mesmos.
Adicionalmente, André do Prado está sendo cogitado para integrar a chapa como vice na reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). No entanto, seu nome também figura como um possível candidato ao governo do estado caso Tarcísio decida concorrer à Presidência da República nas eleições de 2026. A situação política é complexa, especialmente considerando o apoio incerto de Jair Bolsonaro (PL), que atualmente se encontra inelegível até 2030.