Alunos da Run Up fraudam desde 2014

No calor da fraude constatada na São Silvestre deste ano, confirmou-se o esperado: fraudadores fazem isso há tempos. Run Up afirma, em nota, que repudia práticas antidesportivas. Será?

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Registro fotográfico de diversas corridas de rua comprovam que a prática da assessoria é recorrente. No mínimo, desde 2014 quando o número utilizado na fraude foi o 22466, em nome de Gunther. Em 2015, o número foi o 24873, em nome de Paula. Em 2016, o número foi 6231, em nome de Marco. A comunidade da corrida de rua ficou revoltada com a atitude dos “colegas”, colocando-os como contaminados pela corrupção diária, uma referência ao clima político que vivemos.

A Fundação Cásper Líbero, proprietária do evento, indica que vai levar o caso à polícia. Os marginais serão indiciados por falsa identidade (um pagamento de multa resolve) e, se comprovada a recorrência do crime, também podem responder por estelionato (situação se complica).

A Yescom, empresa responsável pela parte técnica da prova, informou que banirá a assessoria Run Up de todos as provas que organiza.

A Run Up, empresa que congrega os alunos, afirma repudiar qualquer prática antiética e antidesportiva, e que já está em contato com os organizadores do evento para retratação e reparação dos danos causados.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 05/01/2018
  • Fonte: FERVER