WSL terá ondas de até 3 metros em Fiji na Championship
WSL abre janela do Fiji Pro nesta terça-feira (25), com previsão de ondas fortes em Cloudbreak nos primeiros dias
- Publicado: 22/08/2026 20:22
- Alterado: 22/08/2026 20:22
- Autor: Gabriel de Jesus
A WSL inicia nesta terça-feira (25) a janela de espera do Fiji Pro 2026, oitava etapa do Championship Tour, em Cloudbreak, nas Ilhas Fiji. A competição terá prazo até 4 de setembro para ser realizada, e a previsão indica a chegada de uma forte ondulação, com ondas que podem alcançar até 3 metros.
O cenário promete exigir bastante dos surfistas logo no começo da janela. Cloudbreak é conhecida pelas ondas potentes e tubulares e costuma apresentar suas melhores condições quando recebe ondulações vindas de sul e sudoeste, combinação que pode proporcionar baterias de alto nível no Fiji Pro.
WSL terá cenário pesado em Cloudbreak
A previsão aponta que os primeiros dias da janela podem apresentar condições mais pesadas em Fiji. A chegada da ondulação aumenta a expectativa para uma etapa com ondas grandes, embora a direção de prova da WSL tenha liberdade para escolher os melhores dias dentro do período de competição.
A janela entre 25 de agosto e 4 de setembro permite que a organização aguarde as condições mais favoráveis de mar, vento e formação das ondas antes de colocar os atletas na água. A previsão atual aponta a quarta-feira (26) como um dos momentos de maior força da ondulação, enquanto a sexta-feira (28) aparece entre os períodos com melhor qualidade de surf.
Cloudbreak é um dos picos mais conhecidos do surfe mundial e fica nas proximidades das ilhas de Tavarua e Namotu. O local é marcado por esquerdas longas e fortes, que quebram sobre um fundo de coral e exigem precisão e experiência dos competidores.
Etapa de Fiji reúne principais nomes do circuito
O Fiji Pro é a oitava etapa do Championship Tour da WSL em 2026. A competição retorna ao calendário regular nesta temporada depois de Cloudbreak ter recebido as finais do circuito em 2025.
Entre os destaques brasileiros está Ítalo Ferreira, atual líder do ranking mundial. O potiguar chega a Fiji com a lycra amarela e estreia no segundo round contra o vencedor do confronto entre os sul-africanos Luke Thompson e Matthew McGillivray.
A definição das baterias e do início efetivo da competição dependerá das condições encontradas em Cloudbreak. A WSL acompanha diariamente o tamanho, a formação e a consistência das ondas antes de confirmar a realização das disputas.
Melhores dias podem definir início da competição
Com a previsão de ondas fortes, a expectativa é de que a organização aproveite os períodos de maior qualidade durante a janela. A análise atual aponta a quarta-feira (26) como um dos dias de maior energia de ondulação, enquanto a sexta-feira (28) aparece com condições potencialmente mais limpas para a prática do surfe.
A estratégia da WSL é justamente aproveitar a janela de espera para evitar que os atletas disputem baterias em condições abaixo do potencial de Cloudbreak. Dessa forma, caso o mar não apresente a combinação ideal nos primeiros dias, a competição poderá ser adiada e retomada quando a previsão indicar melhores ondas.
Com uma ondulação que pode chegar aos 3 metros e um dos picos mais desafiadores do calendário, o Fiji Pro promete ser uma das etapas mais exigentes da temporada 2026 da WSL