‘;Vozes Épicas’ da amfAR fala sobre o significado da cura da Aids
A websérie, originalmente chamada de Epic Voices, compartilha histórias inspiracionais de pessoas soropositivas
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 20/04/2018
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
A amfAR, Fundação para a Pesquisa da Aids, lança novos vídeos da websérie “Vozes Épicas”, que traz histórias pessoais e inspiracionais de soropositivos, ou pessoas que trabalham no combate à doença, que contam como o HIV impacta suas vidas e o que a cura significaria para eles. O objetivo dos vídeos é conscientizar a população de que os desafios para o fim do HIV/Aids persistem e, ao mesmo tempo, inspirar a geração Millenium e a comunidade LGBT a apoiarem as pesquisas para a cura da Aids.
“Meu primeiro namorado me transmitiu HIV, e minha mãe me falou para não contar para ninguém da família ou amigos. Eu estava sozinha. Meu médico disse que se eu não começasse o tratamento logo, eu não viveria mais que um mês. Eu tinha duas escolhas: deitar na cama e morrer, ou lutar e sobreviver. Eu escolhi lutar”, diz Maria Mejia, em um dos vídeos da websérie “Vozes Épicas”. Maria é uma ativista e defensora dos portadores do HIV/AIDS, que contraiu o vírus aos 15 anos.
Para Viktor Luna ouvir o diagnóstico foi como uma sentença de morte. “A única coisa que conseguia pensar é que iria morrer. Eu soube superar esse medo ou terror da morte porque eu conhecia uma pessoa soropositiva. E isso me ajudou a entender como seguir em frente. Descobrir que era soropositivo foi uma segunda oportunidade de viver que eu não ia desperdiçar”, diz o estilista, diagnosticado em 2007.
As “Vozes Épicas” são pessoas com diferentes perfis que vivem com HIV/Aids e compartilham seus pontos de vista sobre os desafios de ser soropositivo. Desde o lançamento, ano passado, a websérie já conta com 10 depoimentos de pessoas soropositivas ou profissionais que trabalham no combate à doença:
-Brittany Combs, enfermeira no sistema público em Indiana, Estados Unidos, criadora do programa de troca de seringas após a epidemia de HIV e Hepatite C em Austin, Indiana.
-Viktor Luna, estilista, participante da 9ª temporada do programa Project Runaway, diagnosticado com HIV em 2007.
-Naina Khanna, ativista de direitos humanos, diretora executiva do Positive Women´s Network USA, diagnosticada em 2002 com HIV
-Daniel Driffin, ativista e co-fundador da ong Thrive SS, portador do HIV
-Judd Hultquist, Pesquisador do HIV na Universidade da Califórnia e Gladstone Institutes
-Maria Mejia, ativista que foi diagnosticada aos 18 anos.
-Hydeia Broadbent, ativista que nasceu com HIV/Aids.
-Ken Williams, palestrante e fundador do blog “Ken Like Barbie”.
-Ongina (Ryan Palao), ator, portador do HIV.
-Teo Drake, homem trans que convive com HIV há bastante tempo.
Todos os vídeos estão disponíveis em http://www.curecountdown.org/epicvoices.