Violência escolar aumenta a procura em 15 vezes por palestras sobre saúde mental

Dois ataques, em regiões diferentes do Brasil, são responsáveis por ampliar as estatísticas para 13 ataques contra estudantes e professores desde 2018

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Desde o fim de março, a violência escolar em instituições de ensino brasileiras têm sido a grande pauta da mídia. O número de ataques é três vezes maior que os atentados registrados no período de 2003 a 2017.

Segundo Rossandro Klinjey, especialista em educação socioemocional e embaixador da Educa, essa onda de casos como os de São Paulo (SP) e Blumenau (SC), fez com que a procura das escolas por palestras com temáticas de ansiedade, depressão, racismo, entre outros assunto correlacionados, fossem 15 vezes maior entre os dias 27 de março e 12 de abril, comparado com a quinzena anterior.

O psicólogo argumenta, também, que as instituições de ensino intensificaram a sua busca pela implantação urgente do ensino socioemocional. Comparando com os meses de janeiro e fevereiro, a procura foi oito vezes acima do normal.

“Hoje é responsabilidade das instituições governamentais promover o desenvolvimento socioemocional e combater a violência escolar por meio de programas educacionais eficazes, voltados a toda comunidade. Ao aprimorar as habilidades sociais e a gestão das emoções, é possível proporcionar a resolução pacífica de conflitos e a convivência harmoniosa, alcançando, assim, um ambiente mais saudável”, afirma.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 14/04/2023
  • Fonte: FERVER