Via Streaming - Dica da Semana: “Mulheres do Século 20”
Com Greta Gerwig, Elle Fanning e Annette Bening no elenco, filme mostra a influência de mulheres de gerações distintas na criação de um adolescente
- Publicado: 15/04/2026 08:04
- Alterado: 15/04/2026 08:04
- Autor: Daniela Penatti
- Fonte: Via Streaming
Atualmente, a atriz, roteirista e diretora Greta Gerwig é uma das vozes femininas mais influentes do cinema internacional. Foi indicada ao Oscar de Melhor Direção em 2018 por seu trabalho em “Lady Bird”, sendo a quinta mulher a concorrer nessa categoria até então. Além disso, ganhou notoriedade ao redor do mundo com o filme “Barbie”, sucesso de bilheteria que dirigiu em 2023. Como atriz, um de seus trabalhos mais interessantes é o longa “Mulheres do Século 20”, lançado em 2016 e disponível na Amazon Prime Video, na Apple TV e no YouTube — mediante o pagamento de taxa de compra ou aluguel.
Três gerações e diferentes visões de mundo
O filme se passa em 1979, na Califórnia, e tem como protagonistas três mulheres de gerações diferentes nascidas no século XX. Dorothea (Annette Bening) é uma mulher divorciada que se tornou mãe aos 40 anos e enfrenta dificuldades em criar seu filho adolescente Jamie (Lucas Jade Zumann), de 15 anos. Por conta disso, ela vai buscar ajuda com outras duas mulheres mais jovens que fazem parte de sua vida. A primeira é Abbie (Greta Gerwig), uma jovem fotógrafa aficionada pela cultura punk que aluga um quarto em sua casa, e a segunda é Julie (Elle Fanning), amiga de 17 anos de seu filho.
Relações, conflitos e transformações ao longo do tempo
A história acompanha como essas três mulheres tão diferentes exercem influência na vida de Jamie, cuja figura masculina mais próxima é o carpinteiro e amigo da família, William (Billy Crudup). Mais do que isso, o filme aborda como cada uma dessas mulheres transforma a vida da outra com seus pensamentos e posições, por vezes divergentes. Em um mundo no qual as transformações são cada vez mais rápidas e intensas, “Mulheres do Século 20” é um convite para encarar, com mais empatia, as dificuldades de cada um — independentemente da geração.