Verão na Montanha – 1º Cunha Fest
Festival de música, gratuito, agita o verão do Alto Vale Cunha recebe pela primeira vez evento que traz no line up mais de 25 apresentações, em shows espalhados pela cidade
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 22/01/2018
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
Cunha recebe pela primeira vez evento que traz no line-up mais de 20 apresentações entre o palco principal e intervenções musicais espalhadas pela cidade. Big Time Orchestra convida Tiago Abravanel, Serial Funkers convida Ed Motta, Folk it All e Leo Mancini estarão no programa.
A proposta visa projetar a cidade, nacional e internacionalmente, através de um festival de música, com shows de nomes poderosos e renomados, inseridos numa das mais belas paisagens do Brasil!
A ideia de realizar o festival tem como objetivo movimentar a cidade em dias intensos, com muita música de qualidade fora da temporada de inverno, misturando vários ritmos… do soul ao rock, do folk a muita música brasileira e ainda com o tempero do jazz e do blues. Trazendo turistas, músicos, artistas e incentivando a ocupação e integração, atraindo turistas que estejam passando pela região e as agências de turismo, além da população da cidade em um período diferenciado.
O Verão na Montanha – Cunha Fest tem no seu conceito a filosofia de apresentar ao público a riqueza de bandas nacionais em encontros inusitados. Proporcionando diferentes experiências dentro e fora do palco, reunindo público e artistas de diversos estilos e regiões do Brasil.
A escolha das atrações musicais não é aleatória, resulta de muito estudo, experiência e afinidades artísticas, sempre pensando na qualidade. O line-up foi cuidadosamente pensado e produzido pela Lucas Shows, com direção de Herbert Lucas, e as atrações escolhidas apresentam “shows criativos”, diferentes de seus shows habituais.Cunha
Montanhas, vales, paisagem exuberante, cachoeiras, sossego, gastronomia, artesanato. Isso e muito mais é o que o turista encontra na Estância Climática de Cunha, que fica no Alto Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. A cidade é um ótimo destino para passeios, além das belezas naturais da Serra do Mar, o município tem fácil acesso para as praias, devido à sua proximidade com Paraty (RJ), Ubatuba e Caraguatatuba (SP). Cunha fica no eixo Rio-São Paulo e seu principal acesso é pela Via Dutra.
O centro urbano de Cunha traz em suas ruas marcas da história do Brasil, com construções muito antigas (algumas tombadas pelo Patrimônio Histórico), incluindo a Igreja da Matriz, que foi construída em 1731 e está passando por restauração. Essas evidências históricas remetem à época em que Cunha era rota dos tropeiros que percorriam a Estrada Real, levando o ouro de Minas Gerais até o porto de Paraty e de lá para o Rio de Janeiro e Portugal.
Suas principais e mais antigas igrejas são a de São José da Boa Vista (de 1724), a da Matriz (Nossa Senhora da Conceição – padroeira), que é de 1731; e a do Rosário (de 1793).
Outra herança tornou a cidade o maior pólo de cerâmica de alta temperatura da América Latina. Na década de 1970, ceramistas de diversas nacionalidades escolheram a cidade para desenvolver seus trabalhos com o emprego de fornos que utilizam a tradicional e milenar tecnologia chinesa/japonesa chamada noborigama. Com o crescimento desse pólo, foram formadas novas gerações de ceramistas e atraíram-se outros artistas que trouxeram diferentes técnicas cerâmicas. Quem visitar a cidade pode apreciar esta arte milenar, presenciar as aberturas de fornadas (que acontecem três ou quatro vezes por ano) e apreciar/comprar variadas peças dos diversos ceramistas da cidade.
Nos últimos anos, desenvolveu-se expressivamente no município o cultivo de lavandas, uma atividade que tem atraído a visitação de muitos turistas. Nesses plantios, além da plantação propriamente dita é extraído o óleo da lavanda, com o qual se produz sabonetes, aromatizantes e outros itens.
No passeio pela cidade, não se pode deixar de conhecer a sua gastronomia, que inclui pratos típicos da região e muitos outros elaborados pelos renomados chefes de cozinha de Cunha, que incluem receitas com truta, pinhão, queijos, mel, cordeiro, cogumelo shitake e muito mais.
A estância oferece ainda diversas opções de turismo rural, que inclui conhecer fazendas de cultivo de cogumelo shitake, de truta e de cordeiro, apiários, queijarias, pesqueiros e alambiques. A cerveja artesanal também está ganhando espaço na cidade e é possível visitar as cervejarias e degustar a bebida.
Depois disso, é preciso conhecer as belezas naturais que o lugar oferece, como as cachoeiras do Pimenta, do Desterro (na Estrada do Monjolo) e do Barracão (no Parque Estadual), entre as muitas outras. Tem também a Pedra da Macela, que em seu pico, a 1.840 m de altitude, é possível apreciar a paisagem deslumbrante que inclui Paraty, a baía da Ilha Grande e parte de Angra dos Reis e todas as montanhas e serras que ficam no entorno de Cunha; e o Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Cunha, onde o visitante também pode se banhar em suas cachoeiras e percorrer suas trilhas guiadas por monitores.
Como chegar
Cunha está a 230 km da capital paulista. O visitante deve seguir pela Rodovia Presidente Dutra (BR-116) até a Saída 65, em Guaratinguetá. A partir dali, seguir pela Rodovia Paulo Virgínio (SP-171) até Cunha.
Quem for de ônibus, também deve ir até Guaratinguetá. Na rodoviária há ônibus intermunicipal até Cunha. Os horários das partidas devem ser checados no local.
Para mais informações acesse: www.cunha.sp.gov.br
Realização: Prefeitura da Estância Turística de Cunha e Secretaria Municipal de Turismo e Cultura.
Concepção e produção: Lucas Shows
PROGRAMAÇÃO
-Quinta 25/jan/2018
22h00 – Fernando Rios Viva Tim e Ben
Sexta 26/jan/2018
22h00 – Big Time Orchestra convida Tiago Abravanel
-Sábado 27/jan/2018
21h30 – Trouble Doll convida Heloá Holanda
23h30 – Serial Funkers convida Ed Motta
-Domingo 28/jan/2018
15h00 – Folk it All convida Leo Mancini
De quinta a sábado 25, 26 e 27/jan pelas ruas da cidade – Vasco Faé
De quinta à domingo 25, 26, 27 e 28/jan pelas ruas da cidade – Orleans Street Jazz Band
LINE UP
Fernando Rios – Viva Tim & Ben
O projeto que homenageia dois dos maiores nomes da música nacional abre o palco do Verão na Montanha Cunha Fest 2018. No repertório, não faltarão os grandes hits do nosso inesquecível Sindico “TIM Maia” como: Sossego, Do Leme Ao Pontal, Descobridor Dos Sete Mares, Réu Confesso, Lábios De Mel, Não Quero Dinheiro além dos hits “Mas Que Nada”, “Chove Chuva”, “Fio Maravilha”, “Pais Tropical”, “O Telefone”, “W/Brasil”, entre outros de “Jorge Ben Jor”
Fernando Rios, cantor e compositor, é conhecido desde menino cantando e tocando timba com vassourinha pelos bares de São Paulo, e com o passar do tempo, tornou-se cantor profissional, teve o privilégio de dividir o palco com grandes artistas como Emilio Santiago, Wilson Simonal, Elba Ramalho, Zélia Duncan, entre outros.
E como já dizia Tim Maia: “Quem não dança segura a criança”
……então vamos dançar muito!
Big Time Orchestra convida Tiago Abravanel
A consagrada Big Time Orchestra se apresenta com um dos mais reconhecidos nomes da música nacional, Tiago Abravanel, neto do apresentador Silvio Santos. Juntos prometem incendiar a cidade com releituras de rock e soul, além do repertório autoral da banda.
Nascida em Curitiba, a Big Time Orchestra é influenciada por famosos nomes e grupos de rock e soul, e entrega um repertório autoral e releituras criativas de sucessos de Beach Boys, Chuck Berry, Elvis Presley, Ray Charles, Frank Sinatra, Creedence Clearwater Revival, Rolling Stones, passando por Ultraje a Rigor, Raul Seixas, Jorge Ben Jor, Tim Maia, entre outros.
A Big Time Orchestra apresenta o repertório do mais novo CD e DVD intitulado “Big Time in New Orleans”, gravado no estúdio Music Shed Studio (The Cure, Earth Wind and Fire e R.E.M – alguns dos nomes que já gravaram neste estúdio) na capital da música, New Orleans nos Estados Unidos.
Esse é o primeiro trabalho com o novo vocalista Rubens Daniel, finalista do The Voice Brasil. No repertório releituras de artistas como Creedence, Jason Mraz, Bob Marley, Kings of Leon, dentre outros. O álbum também foi mixado no mesmo estúdio por Adam Keil e masterizado pelo ganhador do Grammy e Emmy Jack Miele.
Com uma trajetória que já rendeu mais de 1000 shows em todo o Brasil, países da América do Sul, além de turnês para o Japão e Estados Unidos, a curitibana Big Time Orchestra é considerada a principal big band do país, comemorando 12 anos de carreira.
No início do ano assinou contrato com a gravadora Sony Music lançando seu sexto CD e terceiro DVD – “Vem Quente Que Estou Fervendo”.
Com um repertório rico, que apresenta releituras de clássicos do rock, pop e swing, o show tem na irreverência e descontração dos músicos sua marca registrada. Elvis Presley, Kings of Leon, Amy Winehouse, Bruno Mars, Brian Setzer, Paralamas do Sucesso, Jorge Benjor, Tim Maia, estão presentes, além de músicas autorais.
Ao longo de sua carreira, realizaram o projeto “Big Time convida Tiago Abravanel” que rodou algumas cidades do país. Além de outros eventos realizados com a participação de Marisa Orth, Nelson Freitas, Vanessa Jackson, Gaby Amarantos, Paulo Ricardo e as vocalistas da Banda Altas Horas, entre outros.
Grandes festivais e festas importantes marcaram e continuam presentes na trajetória da Big Time. Entre as principais apresentações na carreira estão o Festival da Cultura Brasileira em Portland – USA, Búzios Jazz & Blues; Bourbon Festival Paraty e Rio das Ostras Jazz & Blues/RJ; Campos Jazz Fest e Guarujazz & Blues/ SP; Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga/ CE, Festival de Jazz e Blues de Garanhuns/PE, dentre outros, além de shows em casas de espetáculos e/ou teatros pelo Brasil à fora.
Entre abril e junho de 2015, participaram do Programa SuperStar da Rede Globo, entre milhares de inscritos, a banda foi TOP 9, com uma trajetória espetacular! Que lhe renderam reconhecimento do público nos lugares mais inusitados do Brasil, fãs clubes nas redes sociais e de artistas importantes do nosso cenário musical, como Paulo Ricardo, Sandy, Thiaguinho, Samuel Rosa, Paula Toller, Tony Bellotto entre outros. Além da participação no vídeo clipe do MC Sapão, com participação de Mr. Catra, MC Guimê e MC Marcelly.
Tiago Donato Abravanel Corte Gomes, mais conhecido como Tiago Abravanel nasceu em 21 de Outubro de 1987. Sua vida na arte começou muito cedo: quando moleque, vivia no backstage do antigo Teatro Imprensa, que era dirigido por minha mãe, Cintia.
Em 2004, conheceu o Teatro Musical através do Teenbroadway (grupo de Teatro Musical fundado por Maiza Tempesta), e desde então descobriu que o ator também pode cantar e dançar além de atuar. Aos 17 anos, estreou seu primeiro trabalho profissional: o musical “Avoar” de Vladimir Capella. Depois, fez uma série de trabalhos no teatro onde destacam-se “Aroma do Tempo” – dirigido por José Renato, “A Sessão da tarde ou Você não soube me amar” – da Cia. de Teatro Rock, “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” – também dirigido pelo Vladimir Capella e “Pinocchio” da Cia. Le Plat du Joux. Integrou o elenco de “Miss Saigon” e “Hairspray”, dirigido por Miguel Falabella.
Seu primeiro trabalho na televisão foi no SBT, vivendo o personagem Davi na novela “Amor e Revolução” – de Tiago Santiago. Mudou-se para o Rio para interpretar Tim Maia em “Tim Maia – Vale Tudo”, que lhe proporcionou excelentes críticas e prêmios.
Em seguida integrou o elenco da novela “Salve Jorge” na Rede Globo, onde interpretou Demir, pelo qual ganhou o prêmio de Ator Revelação no Melhores do Ano 2012 do Domingão do Faustão. Gravou “Mamãe Passou Açúcar em Mim”, para a abertura da série “Louco por Elas”, na Rede Globo. Participou da Dança dos Famosos (ficando em terceiro lugar), e da novela “Joia Rara” no papel de Odilon Mascarenhas. Viveu o cabelereiro Fran do seriado Chapa Quente.
No cinema, fez o curta “Ao Meu Pai Com Carinho”, foi a voz oficial do Ralph na animação da Disney “Detona Ralph”, e participei dos longas “As Aventuras de Crô” e“Amor em Sampa”.
Em 2015 criou o “Baile do Abrava”, onde convida outros nomes importantes.
Ficha técnica
Rubens Daniel: voz
Alexandre Fagundes: guitarra
Fabiano Cordoni: baixoAndré Nigro: bateria
Guilherme Franco: teclados
Raule Alves: trombone
Cleber Bittencourt: trompete
Marcio Ragel: sax
Jaquerson Bueno: trompete
Tiago Abravanel: voz
Serial Funkers convida Ed Motta
Banda ícone da música black music no Brasil, é a grande intérprete do soul, da black music e o que considera o melhor do “funk de raiz” no Brasil, a banda paulista Serial Funkers faz show no Bourbon Street, apresentando o seu primeiro álbum Porque Funk É Coisa Séria.
A Serial Funkers é formada por Regis Paulino (voz), Luciano Ribeiro (baixo), Luguta (bateria/vocais) e Herbert Medeiros (teclados).
Ed Motta dispensa apresentações, sendo há quase 30 anos um nome sempre presente entre os mais badalados e populares da cena soul brasileira, misturando elementos de jazz, pop, MPB e rock a esta sonoridade, com direito a um vozeirão facilmente identificável que não nega o fato de ele ser sobrinho do saudoso Tim Maia, provavelmente o maior soul man brasileiro da história
Trouble Doll convida Heloá Holanda
Redescobrindo sons com personalidade em uma nova tendência, a Trouble Doll tem influências que vão de Elvis Presley a Caravan Palace e de Ella Fitzgerald a Bruno Mars.
O electro swing da Trouble Doll mistura o moderno e o clássico, combinando estilos e experimentando o novo com arranjos criativos…A banda, por exemplo, reescreve o piano de Ray Charles com a batida eletrônica do dj, que também é responsável pela participação especial do próprio Elvis Presley, que faz um dueto com Pri Borges em Rubberneckin’. Já o hit Psycho Killer do Talking Heads recebe uma versão “jazzy” com naipe de metais e muito swing. Get Lucky, do Daft Punk, volta algumas décadas no tempo e parece ser cantada por Ella Fitzgerald.
Essa fusão traz para a banda uma linguagem própria que é percebida do começo ao fim. Músicas antigas recebem uma roupagem totalmente moderna e músicas atuais recebem uma roupagem “vintage”, trazendo para o show sua própria identidade. Numa apresentação de tirar o fôlego, leva a pista a uma experiência única, envolvente e com muita diversão!
Ficha técnica: Pri Borges (Vocal), Leo Lucas (Dj), Flávio Salles (Guitarra), Paulo Soza (Baixo), Renato Abreu (Bateria), Wesley Gonzaga (Trompete), Wagner Barbosa (Saxofone), Douglas Felício (Trombone).
Heloá Holanda, cantora, compositora, clarinetista, tecladista e produtora musical, é uma figura que respira música desde que nasceu e seu talento não nega. A moça ficou conhecida em todo o Brasil depois de sair como finalista do The X-Factor Brasil 2016. O reality show a presenteou com um fã clube chamado “Heloucos” e veio a vontade de usar a voz potente para começar uma carreira autoral.
“Num Click” é a estreia dessa caminhada. A música aborda de forma divertida o excesso de informações ao qual uma jovem mulher está submetida diariamente: internet, distrações, moda, dinheiro, casa, trabalho, viagem, música… Sabe quando você abre o facebook e se perde por lá? É isso.
Heloá tem essência soul-pop-reggae. Sua retórica contém crônicas sobre o cotidiano, que abordam as relações humanas e suas incertezas e, acima de tudo, pregam o respeito ao próximo.
No auge de seus 24 anos, ela começou a carreira musical aos 10, como clarinetista na banda municipal de Itapecerica da Serra. Assim, ela deu continuidade à história musical que começou com seu bisavô por parte de pai, na mesma banda municipal. Na família da mãe, os pernambucanos se reuniam nas rodas de samba. O avô, cavaquista autodidata, tinha a música como principal sustento. Heloá cresceu escutando os pagodes e os clássicos do samba, arranhava as percussões e lia as partituras de chorinho do avô.
A partir do repertório voltado para o Funk’n’Soul, Heloá aprendeu a gostar e interpretar Aretha Franklin, James Brown, Marvin Gaye, Nina Simone, Joss Stone, Lauryn Hill, Erika Baduh, entre outros. Sua potência vocal a levou para as maiores bandas de baile de São Paulo, onde atua até hoje como cantora lead, realizando eventos sociais e corporativos para grandes empresas.Em 2016, foi finalista do reality show X-Factor Brasil e recebeu elogios de todos os jurados. Depois da experiência, lançou o single “Nada Mais”, que serviu de teste para sua incursão no universo autoral e uma faixa-parceria com o rapper Msário “Dona de Si”.
Folk it All convida Leo Mancini
Sucesso absoluto em todas suas apresentações, a banda Folk it All combina as raízes do Folk com a energia do Rock, prova disso é o repertório que passeia de Cat Stevens a Queen, John Mayer, Bob Dylan, James Taylor, Ray Charles e até Michael Bublé, em um show animado e emocionante!
Filhos de músicos e amigos de infância, Renato Abreu e os irmãos Mark Dee e Marcelo Marchiori já nasceram íntimos do folk. Seus pais compunham a banda Blue Gang, que foi a primeira banda a gravar um disco Country/Folk no Brasil. Já nos anos 2000, juntos formavam a banda “American Wild West”, campeã do prêmio “Arena de Ouro” como melhor banda country do Brasil. Hoje, juntos novamente, voltam às origens com a “Folk it All”, trazendo novos ares ao folk americano pelos palcos de todo o Brasil.
Com mais de 20 anos de carreira, Leo Mancini, levou sua música aos palcos da América Latina, América do Norte e Europa.
Guitarrista das bandas Shaman e Tempestt, conhecidas no Brasil e exterior, possui cinco trabalhos em estúdio e dois DVDs lançados no Brasil, Europa e Japão.Atua como produtor musical e engenheiro de som desde 1997 produzindo trilhas, jingles, artistas e bandas.
Produziu em seu estúdio particular o projeto solo “Leo Mancini – Acoustic Hits” e, com isso obteve grande reconhecimento como músico, arranjador, engenheiro de som e vocalista. O trabalho contou com a parceria da rádio Alpha FM e foi lançado pela Som Livre. O CD apresenta releituras acústicas de grandes hits das décadas de 80 e 90. A sua versão de “Everybody wants to rule the world (Tears for fears)” fez parte da trilha sonora internacional da série Malhação 2011, da Rede Globo de Televisão. Depeche Mode, Seal, Duran Duran, Oasis, Def Leppard, Faith no More, entre outros, podem ser apreciados em versões envolventes e inovadoras.
As versões de “Kiss from a rose” (Seal) e “Strange Love” (Depeche Mode), foram executadas em diversas emissoras de rádio (Alpha Fm, Antena 1, Eldorado, entre outras).
Ao longo de sua carreira acompanhou inúmeros artistas internacionais, tais como: Jeff Scott Soto (Talisman, Journey), Tim “Ripper” Owens (Judas Priest), Steve Augeri (Journey), Billy Sheehan (Mr. Big) etc.
Orleans Street Jazz Band
Formada por banjo, trompete, trombone, washboard e tuba, a Orleans Street Jazz Band já pode ser considerada uma instituição dos maiores festivais do Brasil.
No Verão na Montanha Cunha Fest, a banda ganha contornos de trio elétrico, animando a cidade inteira.
Mesclando jazz tradicional com uma pitada de modernidade e muito bom humor, a Orleans Street Jazz Band vai garantir a interação com o público pelas ruas de Cunha. Sua formação acústica e itinerante permite entregar o melhor do dixieland, o mais autêntico som da cidade de New Orleans.
O repertório inclui standards norte-americanos (All of Me), clássicos do jazz (Blue Monk, When the Saints Go Marching In), Rhythm and Blues (Corrine Corrina), Pop (I Can`t See Clearly Now), além de versões instrumentais de temas brasileiros, entre eles, os sempre pedidos Do Leme ao Pontal e Manuel (de Tim Maia e Ed Motta, respectivamente).
Ficha técnica:
Alexssandro Silva: TubaWilliam Barros: Trombone
Renato Correa Silva: Wahsboard
Alexandre Rodrigues: Banjo
Washington Barros: Trompete
Augusto Vechini: Sax
Vasco Faé
Caso não existisse, seria preciso inventar um artista tão perfeito para exercer a nobre tarefa de ser um músico de rua – ou seja: um busker. Vasco Faé toca gaita, bumbo e guitarra- e ainda canta! É esse homem-banda que vai embalar os transeuntes pelas ruas de Cunha.
Vasco Faé faz de sua antológica versão de “Trem das Onze” misturada com “Hoochie Coochie Man” um dos pontos altos de suas apresentações. Por isso, não estranhe se ouvir clássicos como “Medo da Chuva” (Raul Seixas), “Rock’n Roll” (Led Zeppelin) e “Eu Só Quero um Xodó” (Dominguinhos) com levada bluesy.
Vasco integrou o Blues Etílicos entre 2003 e 2005,com o qual gravou o disco Cor do Universo (2003). Ele também fundou e faz parte do grupo Irmandade do Blues, com três discos e um DVD ao vivo.
Em 2007, o homem-banda lançou Manoblues, seu segundo disco solo e fruto de uma pesquisa sobre o Delta Blues da década de 1920. Gravou sozinho em dois terços das músicas. No resto, contou com participações de Andreas Kisser (que Faé acompanha em sua carreira-solo), Fábio Azeitona, Ivan Márcio e Theo Werneck.
Serviço
Verão na Montanha Cunha Fest – www.facebook.com/veraonamontanhacunhafest
Mais informações produção: 11 5539 7452
Palco principal : Praça da Matriz – Praça Cónego Siqueira ao lado da Igreja da Matriz