Venezuela rejeita nome de Jobim para observar eleição e TSE deixa missão no país

Nelson Jobim ex-ministro da Defesa e ex-presidente do TSE iria acompanhar e observar as eleições parlamentares da Venezuela marcadas para dezembro.

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O nome de Jobim foi aprovado pela presidente da República, Dilma Rousseff, pelo Itamaraty e pelos membros da Unasul.

No entanto, de acordo com o tribunal, o órgão venezuelano responsável por aceitar a indicação demorou a pronunciar-se sobre o nome de Jobim. A demora o impediu de acompanhar a auditoria do sistema eletrônico de votação na Venezuela, o que inviabiliza uma observação adequada.

Por causa disso, o tribunal desistiu de participar da missão da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) durante o processo eleitoral no país vizinho

O TSE disse “que procurou contribuir para que a missão fosse regida por acordo (entre a Unasul e o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela) que a permitisse observar as diferentes fases do processo eleitoral” para garantir equidade na disputa, imparcialidade e abrangência.

Segundo o tribunal, “embora o candidato brasileiro tenha angariado amplo apoio entre os Estados-Membros, foi preterido na escolha final para a chefia da missão (na Venezuela) por suposto veto das autoridades venezuelanas.”

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 16/08/2023
  • Fonte: FERVER