Túnel bilionário desafia limites e revoluciona engenharia moderna
Enquanto o túnel transatlântico ainda parece ficção, obras na Noruega e Alemanha mostram avanços concretos na construção de ligações subaquáticas históricas
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 26/08/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
A proposta de um túnel transatlântico capaz de ligar Londres a Nova York em apenas uma hora reacendeu debates sobre o futuro da mobilidade global. A tecnologia pensada seria baseada em tubos de vácuo, reduzindo o tempo de viagem entre os continentes a uma fração do atual. Contudo, o projeto esbarra em números quase inacreditáveis: custo de US$ 20 trilhões, escavação de 5.000 km e, caso seguisse o ritmo do Túnel do Canal da Mancha, demandaria cerca de mil anos para ser concluído, segundo estimativas divulgadas pela Newsweek.
Avanços reais: Noruega e Dinamarca em destaque
Enquanto esse megaprojeto parece distante, a Noruega iniciou a construção do Rogfast, que será o túnel rodoviário subaquático mais longo do mundo. Com previsão de conclusão na próxima década, a obra promete transformar a mobilidade regional. Outro projeto emblemático é o Túnel de Fehmarnbelt, que ligará Dinamarca e Alemanha. Sua inauguração está prevista para 2029, tornando-se uma das maiores ligações submersas da Europa.
Así se construirá el TÚNEL DE FEHMARNBELT, el túnel sumergido más lago del mundo que unirá Alemania 🇩🇪 y Dinamarca 🇩🇰, separados por 18 km.
— Curro Lucas (@curro_lucas) August 23, 2025
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Outras iniciativas na Europa
O sul da Europa também se movimenta. O Greek Reporter divulgou que planos para uma nova ponte entre Grécia e Turquia podem ganhar tração em breve, fortalecendo a integração regional. Já no Reino Unido, o ambicioso projeto ferroviário HS2 (High Speed 2) segue como um dos mais caros do mundo, com custo estimado em R$ 1,6 bilhão por quilômetro. O investimento, no entanto, enfrenta fortes críticas sobre viabilidade e utilidade.

Projetos abandonados e desafios técnicos
Há também exemplos de ideias engavetadas. O plano de construir uma ponte entre Grã-Bretanha e Irlanda, que atravessaria pouco menos de 20 km, foi descartado após análises apontarem enormes dificuldades técnicas. Entre os obstáculos, estavam profundidades equivalentes à altura da Torre Eiffel e riscos ambientais ligados a resíduos radioativos e munições não detonadas no fundo do mar.