TSE celebra 30 anos da urna eletrônica com mascote Pilili
Com o lançamento da mascote Pilili, TSE celebra 30 anos da urna eletrônica e reforça a segurança do sistema para as Eleições 2026
- Publicado: 04/05/2026 18:48
- Alterado: 04/05/2026 18:48
- Autor: Daniela Ferreira
- Fonte: TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) celebrou, nesta segunda-feira (4), os 30 anos da urna eletrônica, marco tecnológico que encerrou a era das cédulas de papel no Brasil. O evento foi marcado pelo lançamento da Pilili, a nova mascote oficial da Justiça Eleitoral. O nome é uma alusão ao som emitido pelo equipamento ao confirmar o voto.
Durante a cerimônia, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou que a urna é um patrimônio nacional desenhado para garantir que o resultado das urnas corresponda exatamente à vontade soberana do povo, sem intervenção humana na apuração.
Pilili: A Voz da Democracia

Inspirada no design da urna, a Pilili foi criada para modernizar a comunicação do TSE, especialmente com os eleitores de 15 a 17 anos.
- Perfil: Sem gênero definido e imparcial, a mascote representa a neutralidade da Justiça Eleitoral.
- Comunicação: Não possui voz, comunicando-se por gestos e legendas, e pode incorporar elementos culturais de diferentes regiões do Brasil.
- Missão: Atuar como porta-voz em campanhas contra a desinformação e em tutoriais educativos para as Eleições 2026.
Convocação aos Jovens

Aproveitando a presença de estudantes, Cármen Lúcia lembrou que jovens que completam 16 anos até 4 de outubro (dia das eleições municipais e estaduais no ciclo correspondente) podem exercer o direito ao voto, desde que solicitem o título com antecedência. “É você, exclusivamente, com a sua escolha”, enfatizou a ministra.
Três Décadas de Vanguarda
Desde sua estreia nas Eleições Municipais de 1996, a urna eletrônica transformou o Brasil em referência mundial. O sistema baseia-se em três pilares fundamentais:
- Segurança: Fim das fraudes comuns na era do papel, como o extravio de urnas de lona.
- Agilidade: Resultados totalizados poucas horas após o encerramento do pleito para 156 milhões de eleitores.
- Auditabilidade: O sistema passa por auditorias rigorosas abertas a partidos, universidades e observadores internacionais.