Trump afirma que Putin tem medo da liderança dos EUA
O presidente americano Donald Trump comentou o cenário da guerra na Ucrânia e destacou seu papel como mediador em negociações em Paris.
- Publicado: 15/01/2026
- Alterado: 10/01/2026
- Autor: Redação
- Fonte: Fever
O presidente Donald Trump declarou nesta sexta-feira (9) que Vladimir Putin não se sente intimidado pela Europa, mas que “tem medo dos Estados Unidos da América” quando liderados por ele. A afirmação ocorreu durante um encontro com executivos do setor de petróleo em Washington, onde o republicano abordou a pressão política e militar exercida por sua gestão sobre o Kremlin para forçar o fim do conflito na Ucrânia.
Mediação e estratégia diplomática de Donald Trump
Diferente da postura de governos anteriores, a atual administração de Trump adotou um papel de mediadora ativa no conflito. Atualmente, os EUA lideram uma coalizão em Paris para finalizar um acordo de paz com o governo ucraniano, que será posteriormente apresentado à Rússia.
- Fator Econômico: Trump ressaltou que a economia russa está em “má situação”, o que, somado ao alto número de baixas (cerca de 31 mil mortes apenas no último mês), deve acelerar o desfecho do confronto.
- Relacionamento com Moscou: O presidente reiterou que mantém um bom diálogo com Putin, mas descartou qualquer necessidade de operações militares para capturar o líder russo, acreditando em uma solução negociada.
- Mudança de Postura: Washington deixou de ser apenas um fornecedor de armas para Kiev para atuar como o principal arquiteto de um possível tratado de paz.
Desafios das Negociações em Paris
Embora Trump tenha demonstrado otimismo ao afirmar que o conflito será resolvido, ele admitiu frustração com a demora, lembrando que, inicialmente, o problema parecia mais simples de solucionar. As reuniões na França buscam alinhar os interesses da Ucrânia com os termos que a Casa Branca considera aceitáveis para convencer Moscou a aderir ao cessar-fogo.
A estratégia de Donald Trump foca em usar a força econômica e a influência política americana como as principais moedas de troca para estabilizar a Europa Oriental e encerrar o desgaste financeiro e humano da guerra.