Três pessoas morreram em acidente de helicóptero em Cruzília, MG
Segundo informações, a aeronave estava retornando de uma viagem a outra propriedade quando ocorreu o acidente
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 28/01/2025
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Três pessoas perderam a vida em um trágico acidente aéreo ocorrido na tarde desta segunda-feira (27) em uma fazenda localizada na cidade de Cruzília, no Sul de Minas Gerais. O incidente envolveu um helicóptero utilizado para pulverização agrícola, e as informações foram confirmadas tanto pela Polícia Militar quanto pelo proprietário da propriedade.
O proprietário da fazenda, Amauri Pinto Costa, comunicou à reportagem que as vítimas do acidente incluem o piloto da aeronave, conhecido apenas como Fernando; o gerente da fazenda, Lúcio André Duarte, de 40 anos; e sua esposa, Elaine Moraes Souza, que também atuava como auxiliar administrativo. A confirmação oficial das identidades ainda aguarda os procedimentos da polícia.
Segundo relatos de funcionários da fazenda, antes da queda do helicóptero foi ouvido um barulho anômalo. A aeronave estava retornando de uma viagem a outra propriedade quando ocorreu o acidente. Amauri Costa informou que o piloto era natural de Goiânia e prestava serviços para a lavoura local.
A esposa do gerente e o piloto convidaram Lúcio e Elaine para voar na aeronave. Após a queda, equipes do Corpo de Bombeiros e peritos da Polícia Civil foram imediatamente acionados para investigar as causas do acidente. As identificações formais das vítimas estão condicionadas aos resultados da perícia.
O helicóptero envolvido no acidente é um modelo Robinson R44 II, fabricado em 2009 e registrado sob o prefixo PR-TIB. Com capacidade para três passageiros, a aeronave era adaptada para operações de pulverização agrícola. De acordo com informações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o helicóptero pertencia à Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Grande Goiânia Ltda e era operado por um piloto da HDG Escola de Aviação Civil. A aeronave tinha autorização para realizar voos noturnos e era especializada em trabalhos aeroagrícolas, embora não possuísse licença para operações de táxi aéreo.
A comunidade local aguarda mais esclarecimentos sobre as circunstâncias que levaram a esta tragédia.