Telefônica Vivo e FEI inauguram Centro de Pesquisa
Objetivo é criar interação entre desenvolvedores da operadora e pesquisadores da academia; Projetos ligados à Internet das Coisas estarão no foco do centro de pesquisa
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 07/10/2014
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
A Telefônica Vivo e o Centro Universitário da FEI, uma das mais tradicionais e renomadas instituições de ensino de Engenharia do país, inauguram hoje, no campus São Bernardo do Campo, um centro de pesquisas destinado ao desenvolvimento de tecnologias digitais.
Denominado Centro de Inovação Telefônica Vivo e FEI, o espaço foi equipado com computadores, aparelhos celulares, sensores, componentes de hardware e kits de Internet das Coisas, que foram desenvolvidos pela empresa. A Instituição de ensino designou um professor com dedicação integral e a empresa está concedendo duas bolsas de estudo integrais, uma para aluno de mestrado e a outra para o doutorado.
O objetivo é incentivar os estudantes da graduação, da pós-graduação e da iniciação científica a desenvolver projetos sobre Internet das Coisas, usabilidade de aplicativos, plataforma Firefox OS, interfaces adaptativas e estudos sobre perfis de usuários. Serão envolvidos alunos dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Automação e Controle e Engenharia Elétrica, que têm ênfase em Eletrônica, Computadores e Telecomunicações.
“A interação que teremos com a universidade, por meio dessa parceria, irá nos ajudar a aprofundar o conhecimento de temas e a impulsionar o desenvolvimento de projetos, o que, naturalmente, enriquecerá nosso ecossistema de inovação”, afirma Roberto Piazza, diretor-executivo de Negócios Digitais da Telefônica Vivo. Além de pesquisas aplicadas, o centro de inovação será um espaço para palestras e discussões.
De acordo com o reitor do Centro Universitário da FEI, prof. Dr. Fábio do Prado, “o desenvolvimento de laboratórios de pesquisa em cooperação com empresas qualificadas caracteriza o esforço da FEI em oferecer espaços privilegiados para o encontro de pessoas, para a criação de novas ideias e para o alinhamento de interesses entre a universidade e a sociedade. Estes são requisitos imprescindíveis para gerar inovação”.
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