Superliga B masculina inicia disputa com 14 clubes pelo acesso
Competição começa dia 26 de novembro e promete equilíbrio na briga por uma vaga na elite nacional
- Publicado: 20/01/2026
- Alterado: 27/11/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Farol Santander São Paulo
A corrida por uma vaga na elite do voleibol nacional começa oficialmente no dia 26 de novembro, com o início da edição 2025/26 da Superliga B Masculina. Organizada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a competição reúne neste ano 14 clubes de diversas regiões do país, ampliando a visibilidade do esporte e descentralizando o foco dos grandes centros tradicionais.
A fase classificatória será disputada em turno único, onde todas as equipes se enfrentam. A regularidade será fundamental, pois apenas os oito melhores colocados avançam para a próxima etapa, mantendo vivo o sonho do acesso.
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Formato de disputa e o Golden Set
O regulamento da Superliga B desta temporada traz desafios técnicos importantes. Nos playoffs das quartas de final, os cruzamentos olímpicos (1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º) serão decididos em dois jogos. Caso cada equipe vença uma partida, a decisão vai para o Golden Set (Set de Ouro), um set único de 25 pontos disputado logo após o segundo confronto para definir quem avança.
As semifinais elevam a tensão com disputas em uma série melhor de três partidas. Já a grande Final, que define o campeão, será decidida em jogo único, garantindo emoção máxima para torcedores e atletas.
Equipes confirmadas na temporada
A Superliga B conta com representantes de vários estados, incluindo Rio Grande do Norte, Pará, Santa Catarina e Minas Gerais. Confira a lista completa dos clubes:
- América/SSC (RN)
- Apade Vôlei (PA)
- Apan Rollon (Blumenau-SC)
- Aprov Chapecó /Sicredi/Unoesc (SC)
- Araguari Vôlei EVA (MG)
- Araucária Vôlei (PR)
- Brasília Vôlei (DF)
- Elase Vôlei (SC)
- Fluminense (RJ)
- Mogi Vôlei/Obi (SP)
- Montes Claros Vôlei (MG)
- Norde Vôlei (CE)
- Pantanal Vôlei (MS)
- E.C. Praia Grande (SP)
Análise técnica e presença de ícones
Para entender o nível técnico esperado nesta edição da Superliga B, a reportagem ouviu Paulo Coco, auxiliar-técnico da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei e parceiro de longa data de Zé Roberto Guimarães. Segundo o especialista, o torneio exige mentalidade forte desde a primeira rodada.
“É uma excelente oportunidade para os clubes se afirmarem. A Superliga B representa um salto brutal em competitividade, e o formato (turno único mais mata-mata e decisão em jogo único) exige regularidade, intensidade de jogo e mentalidade forte desde o início. Os times que começarem bem terão vantagem, mas qualquer escorregada pode custar caro, pois o acesso está em jogo”, analisa Paulo Coco.
Coco ressalta ainda que o equilíbrio entre ataque e defesa será o diferencial. Ele observa que, assim como nas categorias de base, quem possui um sistema de recepção equilibrado tende a se destacar, algo que ficará visível ao longo do campeonato.
Outro ponto alto desta temporada da Superliga B é a presença de campeões olímpicos no comando técnico das equipes. Paulo Coco finaliza destacando esses nomes de peso:
“Também destaco alguns ícones do voleibol nacional no comando de algumas equipes da Superliga B, casos de Marcelo Negrão (Norde Vôlei) e do Rodrigão (E. C. Praia Grande), ambos campeões Olímpicos com a seleção brasileira”.
Com transmissão ao vivo prevista para as fases decisivas (semifinais e final), o torneio não apenas oferece visibilidade e oportunidades de patrocínio para os clubes, mas também entrega aos fãs um espetáculo esportivo de alto nível em todo o território nacional.