Sucesso da Felisb marca São Bernardo como cidade leitora
Evento aconteceu durante o mês de outubro com atividades nas escolas e venda de 30 mil livros
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 16/08/2023
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
São Bernardo se transforma cada vez mais em uma cidade leitora. Prova disso é o sucesso de público e de venda de livros da terceira edição da Feira Literária de São Bernardo (Felisb), que aconteceu ao longo de outubro no município. Foram comercializados mais de 30 mil exemplares durante a feira realizada no Centro de Formação dos Profissionais de Educação (Cenforpe), no Bairro Planalto, de 14 a 17 de outubro. A previsão inicial eram 10 mil. Durante os quatro dias, 20 mil pessoas passaram pelo local.
Neste ano, além do evento no Cenforpe, a feira também foi realizada, de 4 a 28 de outubro, em 200 escolas da rede, que receberam ações de fomento à leitura como contação de histórias, apresentações, shows e atividades do programas Tempo de Escola e Expresso Lazer. “A feira foi mais que uma atividade educativa, se consolidou como um enriquecimento cultural”, disse o secretário de Educação, Paulo Dias.
Para Grace Pereira, chefe de Divisão de Incremento ao Ensino da Prefeitura, a ideia é que a Felisb vá além da sua proposta e se torne um movimento literário. “Desejamos que não se limite apenas ao seu período de realização bianual, mas que o incentivo à leitura seja permanente nas escolas”, explicou.
Grace explicou que este foi o primeiro ano em que o evento foi realizado diretamente pela Prefeitura – nos outros foi organizado por contratações terceirizadas. Por isso, o conceito de construir uma cidade leitora já fez parte do planejamento inicial. “A intenção é mostrar o que está sendo feito nas escolas e o que pode ser ampliado para a comunidade”, explicou.
A Felisb também foi uma oportunidade para a reposição do acervo das escolas, já que nesta edição as editoras fizeram as vendas com descontos de até 50%, condição prevista no edital de chamamento público. Após balanço realizado entre as equipes gestoras da Secretaria de Educação e representantes das empresas, as editoras consideraram o resultado muito positivo.
“Mais do que um bom faturamento, a nossa atividade é ainda um negócio nobre porque contribui com a Educação”, disse José Pegola, proprietário das editoras Elementar e Canguru. O empresário levou para o evento cerca de três mil livros. “Vendemos mais do que 50%, um ótimo balanço”, disse.
Outro que participou da Felisb, Aldo Souza, da Cortez Editora, afirmou que conseguiu um resultado melhor do que em feiras tradicionais. “Vendemos os 2,7 mil exemplares”, disse.