Servidores da Defesa Civil de Mauá participam de curso sobre dengue

Reunião teve como intuito compartilhar ideias e ações a serem realizadas em campo

Crédito: Evandro Oliveira

Cerca de 20 servidores do Departamento de Defesa Civil de Mauá, entre agentes e fiscais, participaram na manhã de hoje (30), juntamente com funcionários do Centro de Controle de Zoonoses de um treinamento focado no assunto da dengue e sua alarmante manifestação na região. O encontro ocorreu nas dependências da Coordenação de Vigilância em Saúde (COVISA) de Mauá.

“O objetivo principal deste encontro é, através de um bate-papo, encontrarmos juntos soluções e discutirmos ações benéficas que possam ser realizadas em campo, quando recebermos algum chamado ou demanda. Em conjunto, conseguiremos controlar melhor e atender com mais eficiência”, explicou Sandro Corumba, gerente do Centro de Controle de Zoonoses de Mauá.

É sabido que há uma série de ações que são desencadeadas a partir do momento que se recebe uma demanda acerca da dengue, e a reunião com este grupo foi uma espécie de fábrica de ideias para que as ações possam cada vez mais serem tomadas com antecedência. Veterinárias e agentes do departamento fizeram uma demonstração prática sobre o assunto, com exemplos de larvas e mosquitos, além de reagentes.

Reuniões como estas têm sido comuns. O Departamento de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde tem sido convidado a fazer atividades informativas em escolas particulares da cidade, além do que já realiza nas municipais. A equipe conta com duas pessoas fantasiadas de mosquito da dengue fortalecendo as ações pedagógicas desenvolvidas com os alunos.

Dengue em Mauá – Mauá registrou, de janeiro a 24 de abril, 1248 notificações de casos suspeitos de dengue. Destes, 362 foram positivos, sendo 125 contraídos no próprio município, 147 importados e 90 sob investigação sobre Local Provável de Infecção (LPI); e 309 negativos. Não há registro de óbito por dengue desde 2008.

No período de janeiro a abril, Mauá registrou, em 2014, 137 notificações, sendo 11 casos confirmados e nenhum autóctone.

Este ano foi o primeiro na cidade em que foi necessária a nebulização. As equipes têm realizado o bloqueio, com pesquisa e aplicação de larvicida; feito a busca ativa de indivíduos suspeitos; realizado visitas aos moradores do quarteirão em que há o caso suspeito e nas faces das quadras adjacentes; implantou uma tenda itinerante, com equipe que informa sobre a doença e explica as maquetes (com os ambientes ideal e o não indicado em moradias); entre outros.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 16/08/2023
  • Fonte: FERVER