"Se não fosse repercussão do caso Marielle, dificilmente Brazão estaria preso", diz Lira

Brazão é suspeito de ser um dos mandantes da morte da vereadora

Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que não interferiu na avaliação do Congresso sobre a manutenção da prisão do deputado Chiquinho Brazão, preso suspeito de ser um dos mandantes da morte da vereadora Marielle Franco.

“Não pedi voto a nenhum parlamentar nem para soltar nem para prender”, afirmou em entrevista à Globonews. Segundo o presidente da Câmara, não fosse a repercussão do caso Marielle, “dificilmente Brazão estaria preso”.

Lira afirmou que deve se reunir com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para “resolver o que pode avançar no Senado sobre prerrogativas parlamentares”.

  • Publicado: 20/01/2026
  • Alterado: 20/01/2026
  • Autor: 25/04/2024
  • Fonte: Farol Santander São Paulo