São Paulo: Polícia Civil enxerga vendas ilegais em camarotes desde 2023

Situação que explodiu por conta do show da Shakira não foi algo isolado, segundo a investigação

Crédito: Rubens Chiri / São Paulo FC

A Polícia Civil de São Paulo tem avançado no caso de venda ilegal de camarotes do MorumBIS. No entanto, o caso que explodiu por conta dos shows da Shakira pode não ser algo isolado.

A investigação encontrou evidências de que a prática ilegal ocorria desde 2023. A informação foi concedida inicialmente pelo GE.

Nesta terça-feira, 24, Rita de Cássia Adriana Prado foi chamada a prestar depoimento, mas alegando problemas de saúde não falou, passou a oitiva em silêncio.

Apesar disso, a força-tarefa segue averiguando provas e deve convocar Mara Casares e Douglas Schwartzmann para depor nas próximas semanas.

São Paulo - Morumbis
Fotos: Paulo Pinto / saopaulofc.net

Relembre o caso no São Paulo

O caso explodiu quando uma reportagem do GE revelou áudios sobre uma suposta exploração irregular de um camarote no MorumBIS em shows. A partir disso, a Polícia Civil do estado de São Paulo passou a investigar.

De acordo com o áudio, os dirigentes teriam repassado os direitos de exploração do espaço a Rita de Cássia Adriana Prado, apontada como intermediária e terceira pessoa envolvida na conversa. Ela seria a responsável pela administração do camarote, cujos ingressos chegaram a custar R$ 2,1 mil no show da cantora Shakira, em fevereiro de 2025. Somente com o camarote 3A, o faturamento estimado foi de R$ 132 mil.

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  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 25/02/2026
  • Fonte: FERVER