São Paulo Escola de Dança realiza mesas de discussão sobre ensino e diversidade na sala de aula e nas danças

A mesa "Danças Urbanas: Dentro da Sala de Aula" acontece dia 22 de março e "Outras Cenas: Dramaturgias Dissidentes" será dia 3 de abril

Crédito: Iari Davies, acervo SPED

A São Paulo Escola de Dança, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, com gestão da Associação Pró-Dança e direção artística e educacional de Inês Bogéa, anuncia as primeiras Mesas de Discussão de 2025: “Danças Urbanas: Dentro da Sala de Aula”, no dia 22 de março, e “Outras Cenas: Dramaturgias Dissidentes”, dia 3 de abril. 

No total, são realizadas seis mesas por ano, selecionadas pelos curadores da SPED, que buscam por assuntos pertinentes ao cenário da dança e da indústria criativa. As palestras são abertas ao público e para se inscrever, basta acessar o site da São Paulo Escola de Dança, na seção Oportunidades e Projetos Especiais. É importante efetuar a inscrição pelo menos 24h antes do evento.

Danças Urbanas: Dentro da Sala de Aula

A discussão será em torno dos desafios de ensinar e aprender Danças Urbanas no contexto escolar. O debate também inclui as qualidades essenciais de um docente para proporcionar um ambiente seguro, a seleção de conteúdos, a estrutura das aulas e como as práticas corporais podem contribuir para o desenvolvimento dessas danças.

Ciça Veronese, curadora da São Paulo Escola de Dança, tem mais de 20 anos de pesquisa nas Danças Urbanas e será a mediadora deste encontro. Os participantes da conversa serão Tati Sanchis, com 35 anos de experiência na dança, fundadora da Casa da Dança Tati Sanchis e coreógrafa da Disney no Brasil e Henrique Bianchini, pesquisador da cultura hip-hop há 25 anos e professor da Casa da Dança Tati Sanchis. 

Outras Cenas: Dramaturgias Dissidentes

A reflexão sobre a diversidade na dança, incluindo questões de raça, classe e gênero que estruturam narrativas sociais será o fio condutor desta mesa. Os convidados abordarão a maneira como artistas exploram a criação de cenas que subvertem estéticas, dando visibilidade a corpos fora dos padrões hegemônicos.

O curador da São Paulo Escola de Dança, Flip Couto, será o mediador. Flip tem mais de 20 anos na cena do hip-hop e é fomentador do ballroom no Brasil. A discussão terá Gal Martins, criadora da Cia. Sansacroma, do grupo Zona Agbara, Supervisora Artística Pedagógica do Programa Fábricas de Cultura e membro do Fórum de Danças da Zona Sul e Oeste e Ymoirá Micall, atriz, diretora de teatro, dramaturga, coreógrafa e fundadora da Cia. Sacana. 

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 20/03/2025
  • Fonte: FERVER