São Bernardo realizou diversas ações para discutir a depressão
A intenção é explicar a população os benefícios das ervas e frutas no tratamento do transtorno. Todas as pessoas que visitarem a unidade, receberão uma degustação e folhetos informativos
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 16/08/2023
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Neste dia 7 de abril é celebrado o Dia Mundial da Saúde e a Prefeitura de São Bernardo realizou diversas ações nas UBSs (Unidade Básica de Saúde) para discutir a depressão, como tema principal. Nesta sexta-feira, será realizado uma oficina de sucos e chás na UBS Farina. A intenção é explicar a população os benefícios das ervas e frutas no tratamento do transtorno. Todas as pessoas que visitarem a unidade, receberão uma degustação e folhetos informativos sobre a doença.
Ao longo dessa semana, cerca de 700 pacientes visitaram as UBSs e participaram de diversas atividades. Foram ofertadas, palestras, rodas de conversa, aulas de música e dança e até mesmo sessões de cinema, com filmes que abordavam a depressão.
“A Saúde tem sido tratada pela gestão como prioridade, cujo maior objetivo é aprimorar os serviços ofertados e sua expansão”, pontuou o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando.
O tema foi uma escolha da própria comunidade, os pacientes sentiram necessidade de discutir melhor a depressão e entender quais são os sintomas, a causa da doença e os tipos de tratamento. O município possui cerca de 12 mil pacientes, que já realizam tratamento em UBS e nos Caps.
O secretário de Saúde, Dr. Geraldo Reple, explicou que a depressão é um transtorno silencioso e destacou: “O transtorno deve ser controlado e tratado com seriedade, ela pode atingir qualquer tipo de pessoa, independentemente da idade. Por isso, todas as alternativas são válidas no tratamento da doença. Os grupos de apoio que acontecem nas UBS são essenciais para ajudar esses pacientes a ter uma vida normal”.
O coordenador da atenção básica, Rodolfo Strufaldi, ressaltou que essas atividades são essenciais para conscientizar as pessoas sobre o problema. Além disso, ela pode ajudar os pacientes a desenvolver alternativas de tratamento, que vão ao oposto dos medicamentos. “Durante o período das atividades, os pacientes conseguem tirar o foco do problema, estimular atividade física e até mesmo desenvolver novos hobbies. Nesses encontros podemos oferecer alternativas para o paciente lidar melhor com a tristeza e as frustações que a depressão provoca” ressaltou Strufaldi.
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) o Brasil é o país que mais possui pacientes depressivos na América Latina. Cerca de 5,8% da população brasileira sofre do distúrbio, um total de 11,5 milhões de pessoas, ou seja, um a cada 17 brasileiros sofre ou já sofreu algum dos sintomas da doença.