São Bernardo economiza com recuperação de placas de trânsito

Serviço é feito artesanalmente na oficina do Departamento de Engenharia de Tráfego; só em 2013 foram recuperadas 547 placas

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A recuperação de placas de trânsito pela Prefeitura de São Bernardo do Campo gerou, só no ano passado, economia de aproximadamente R$ 245 mil aos cofres públicos municipais. A ação, executada pela Secretaria de Transportes e Vias Públicas, faz parte da manutenção da sinalização viária vertical e horizontal, realizada rotineiramente para garantir a segurança no trânsito e minimizar os riscos de acidentes.

Balanço referente às manutenções realizadas em 2013 aponta que, no total, 1.422 placas foram lavadas e 1.561 foram trocadas ou colocadas, das quais, 547 recuperadas.

A diretora de Engenharia de Tráfego Fernanda Casagrande explica que, inicialmente, é feita a limpeza das placas com visibilidade comprometida pela sujeira gerada pela poluição. No entanto, com o passar do tempo e após várias lavagens, as placas vão ficando apagadas.

“Quando isso acontece, o comum seria fazer a troca. Mas temos excelentes profissionais na nossa oficina, que fazem o trabalho de recuperação dessas placas artesanalmente. Isso gera uma significativa redução de custos”, explica.

Danos causados por vandalismo ou acidentes de trânsito também demandam manutenção. Na oficina, as chapas de ferro são lixadas e recebem nova pintura.

Para se ter ideia, uma placa de ‘Proibido Estacionar’, por exemplo, custa em torno de R$ 100,00, sem o suporte. Já as placas verdes, de orientação ao tráfego, que são maiores, custam cerca de R$ 500,00 o metro quadrado.

Mutirão – A manutenção viária também inclui a sinalização horizontal, que é feita por meio da pintura no solo. Em 2013, foram registrados 22 mil metros quadrados, entre manutenção e pinturas novas.

Técnicos do Departamento de Engenharia de Tráfego fazem vistorias periódicas nos bairros para detectar a necessidade de implantação de nova sinalização de solo ou manutenção das já existentes. A durabilidade da pintura depende do fluxo de veículos na via e das condições do pavimento, podendo durar de seis meses a dez anos.

Para a diretora de Engenharia de Tráfego, os mutirões realizados nos bairros contribuíram muito para organizar o fluxo do trabalho de manutenção. “O serviço foi organizado de forma a atender simultaneamente diversas solicitações de moradores. Reunimos as demandas de cada região e, por meio de mutirão, conseguimos concluir o cronograma em menor tempo”, explica Fernanda.

Só neste ano, o mutirão atendeu os bairros Paulicéia, Taboão, Ipê, Ipanema, Detroit, Jardim do Lago e Parque Veneza. Atualmente, estão sendo atendidas as regiões do Jardim Nazareth, Represa, Uriçaba, Batistini e Alves Dias.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 25/02/2014
  • Fonte: FERVER