Sabina recebe árvore de Natal feita de material reciclável

Sabina recebe árvore de Natal feita de material reciclável

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Cerca de 600 garrafas
pets, 17 caixas de leite, 280 palitos de sorvete, 40 palitos de churrasco, 143
tampinhas de garrafa, papel jornal e madeira reutilizada compõem a árvore de
Natal, de três metros de altura, inaugurada hoje (1º), na Sabina Escola Parque
do Conhecimento.

O cenário natalino,
localizado logo na entrada da Sabina, é composto, ainda, por um trenzinho feito
de caixas de longa vida, palitos de sorvetes, tampas plásticas, jornais e rolos
de papelão, uma caixa de correio para as crianças colocarem cartinhas para o
Papai Noel e bolas de Natal penduradas no teto.

Para a coordenadora da
Sabina, Sílvia Sanchez, a decoração transmite mais do que a uma mensagem sobre
a importância da reciclagem para economizar energia, poupar recursos naturais e
trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora. “A árvore de Natal da
Sabina quer desejar boas festas a todos os visitantes, alunos, colaboradores e,
principalmente, àqueles que sabem que só por meio da educação e conhecimento é
possível construir um mundo melhor”.

PINGUINÁRIO

O Pinguinário também
ganhou decoração de Natal. No vidro foram colocadas botinhas natalinas com o
nome de cada um dos vinte pinguins que moram na Escola Parque.

Além dos pinguins, que
são o xodó de crianças e adultos, o complexo arquitetônico abriga, entre outras
atrações, réplicas de animais pré-históricos, incluindo a única em tamanho
natural de um fóssil de Tyranossaurus Rex, com mais de 12m de comprimento e 80%
de sua ossatura e um robô de ceratosaurus nasicornis, de 6 metros que se
movimenta e emite sons.

Na Sabina, também é
possível ver de perto moreias e serpentes. Os visitantes podem ainda sentir as
texturas de raias viola de cara curta no tanque de contato e conhecer o
interior do corpo humano ao entrar em uma boneca de 12 metros de comprimento,
chamada Nina.

Uma nave simuladora leva
o visitante a ‘viajar’ de Santo André até o litoral paulista, terminando o
‘passeio’ com mergulho simulado no fundo do mar para ver os habitantes da
preservada Laje de Santos, e outro simulador, chamado Fúria da Natureza, possibilita
o contato com fenômenos como furacões, vulcões e terremotos por meio de
plataforma bem segura.

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  • Publicado: 02/12/2011 12:48
  • Alterado: 02/12/2011 12:48
  • Autor: Elieuda Queiroz
  • Fonte: SECOM PSA