SA-Trans realiza encontro com taxistas
Empresa pública realizou encontro na sede do Sest-Senat para implantar melhorias na categoria e discutir projetos futuros que possibilitem a modernização da legislação
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 16/08/2023
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
A SA-Trans, empresa pública de direito privado que administra o transporte público municipal, realizou nesta terça-feira (1º), na sede do Sest-Senat, no Parque Jaçatuba, um encontro com mais de 40 taxistas para anunciar melhorias e discutir propostas que possibilitem a modernização da legislação que rege a categoria. Na ocasião, atendendo às solicitações dos taxistas, o diretor da empresa, Fábio de Jesus Leite, anunciou o projeto de reforma e revitalização de 26 abrigos em várias regiões da cidade. Foi discutido ainda, um provável projeto de adesivação, criando uma identidade visual dos taxis, além do uso e liberação de publicidade interna e externa dos veículos.
“Vamos usar melhor o que temos, levantando as solicitações dos profissionais e criando condições futuras para modernizar a legislação municipal, beneficiando tanto taxistas, quanto passageiros”, apontou Leite. A SA-Trans espera buscar o equilíbrio da demanda dos usuários do serviço na cidade, elaborando pesquisas qualitativas e de satisfação, apontando as necessidades que exijam maior atenção do poder público. Os taxistas expuseram suas demandas e compartilharam experiências com os profissionais de toda a cidade.
Moacir Francisco de Assis, 82 anos, 44 deles na profissão de taxista, considerou o encontro produtivo e já espera os próximos. “A empresa tem ideias que podem atender as nossas necessidades, principalmente em épocas de tecnologia à disposição de todos e com muito mais procura do serviço”, citou. Assis está de mudança de ponto, saindo do Terminal Leste, migrando para o da Estação, após renovação e pedido de sua concessão.
O Presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de Santo André e Região, Odemar Ferreira, garante que na sua história de vida ao longo de 48 anos transportando passageiros, nunca participou de algo parecido e cita que há a necessidade de descentralizar o serviço da região central, atendendo também os bairros periféricos. “Temos tecnologia, estrutura e podemos melhorar sempre, saindo da lógica de que essencialmente se pega taxi na região central”, finalizou.