Rodolfo do Capivariano pede foco absoluto contra Palmeiras

O artilheiro destaca a necessidade de atenção máxima nas quartas de final e comemora a conquista da sonhada vaga para a Série D nacional.

Crédito: Bruno Cruz/Capivariano

Aos 33 anos, a liderança de Rodolfo do Capivariano surge como o diferencial da equipe no Campeonato Paulista. O jogador retornou ao clube que o revelou há uma década para reescrever uma fase de vitórias. O impacto imediato revitalizou a postura ofensiva alvirrubra.

Como principal goleador, o camisa 9 carimbou o passaporte do time para as quartas de final. A campanha consistente consolidou o prestígio do clube no interior paulista. Agora, o grupo encara uma partida eliminatória de altíssima tensão na Arena Barueri.

Como Rodolfo do Capivariano projeta o jogo decisivo

O confronto acontece neste sábado, às 20h30. O nível tático do adversário exige concentração total para evitar falhas defensivas rápidas. Mapeando as dificuldades, Rodolfo do Capivariano desenhou o caminho psicológico para tentar anular o favoritismo rival.

“O Palmeiras é uma equipe muito bem organizada, competitiva e acostumada a decisões. Por isso, todos da nossa equipe precisam ter concentração máxima, pois a exigência da partida é alta. Será um grande duelo. Sabemos da grandeza do rival, mas, se tivermos muita concentração a cada lance podemos sim passar de fase.”

Impacto estrutural e calendário garantido

O sucesso estadual reverbera diretamente no planejamento da próxima temporada. A diretoria garantiu a cobiçada vaga na Série D de 2027, assegurando fôlego financeiro a longo prazo. Nesta caminhada, o peso e a resiliência de atletas como Rodolfo do Capivariano estabilizaram o vestiário.

A bagagem técnica do atacante carrega o selo de instituições gigantes do cenário brasileiro:

  • Cruzeiro
  • Cuiabá
  • Fortaleza
  • América Mineiro

“Tudo que conquistamos até aqui neste ano é fruto de trabalho, união e de acreditar até o fim. Mostramos que o Capivariano continua sendo um clube forte, competitivo e que merece respeito. Pela história que tenho aqui fico muito contente de neste retorno ajudar a dar um calendário nacional ao clube.”

O peso do coletivo na fase de mata-mata

Apesar de marcar dois gols em quatro partidas, o jogador rejeita o protagonismo solitário. A competitividade brutal do torneio estadual não permite atuações isoladas do esquema tático principal.

“O Paulistão é uma competição muito equilibrada, com equipes gigantes e jogos de altíssimo nível. Marcar dois gols na primeira fase e terminar como artilheiro da equipe foi motivo de muito orgulho. Porém, compartilho essa felicidade com os meus companheiros. Não consegui nada sozinho. Tudo é resultado de um trabalho coletivo. Nenhum atacante faz gol sozinho. Tem o passe, a jogada construída, a confiança do grupo e o apoio da comissão técnica.”

A coesão técnica dita o ritmo dos treinamentos antes do apito inicial. A torcida deposita suas fichas na frieza do centroavante para pavimentar a classificação. Se a equipe executar a estratégia com precisão tática, a história de Rodolfo do Capivariano ganhará um capítulo de consagração definitiva.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 19/02/2026
  • Fonte: Fever