Pulseiras de identificação garantem segurança nos blocos de SP
Pulseiras de identificação viram aliadas das famílias nos megablocos
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 17/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
A segurança das famílias que aproveitam o Carnaval de rua em São Paulo ganhou um reforço silencioso, mas fundamental, entre o confete e a música alta. A distribuição gratuita de pulseiras de identificação para crianças e adolescentes tornou-se uma ferramenta estratégica da prefeitura para garantir que o desencontro em meio às multidões não se transforme em um problema maior. Disponíveis em pontos como as bases do Plantão Integrado de Direitos Humanos e em tendas de apoio nos blocos, essas pulseiras permitem que o nome do menor e o telefone do responsável estejam sempre visíveis, agilizando o reencontro imediato caso alguém se perca no fluxo dos cortejos.
Pulseiras de identificação trazem mais calma para curtir a folia em SP
Para muitos pais que escolheram a estreia dos filhos na folia, como a auxiliar de dentista Stefanni Gomes dos Santos, o acessório traz a calma necessária para encarar os megablocos. Ao atender aos pedidos do pequeno Estevan, de apenas 4 anos, ela uniu o planejamento de evitar aglomerações extremas devido ao calor com o uso da identificação, confiando que, em um momento de desespero, qualquer pessoa que encontrar a criança saberá para quem ligar de imediato. Esse sentimento de proteção é compartilhado pela ajudante de cozinha Tamires Barreto Marques, que já em seu segundo ano levando a família aos blocos, destaca como o simples registro dos dados no braço dos filhos aumenta sua confiança para curtir a festa.

A iniciativa também conquistou quem veio de fora da capital, como a diarista Jenifer de Oliveira, que viajou de Taboão da Serra com a filha e a neta para acompanhar os blocos da região central. Mesmo em ambientes de grande lotação, a presença das pulseiras e das equipes de apoio da prefeitura cria uma percepção de segurança que encoraja a participação de diferentes gerações. Até mesmo adolescentes, como a estudante Yasmin Maciel, de 15 anos, reconhecem a utilidade da medida. Consciente de que imprevistos e confusões são comuns em grandes eventos, ela optou pela identificação para garantir que, caso se afaste da família, tenha um meio direto de retomar o contato com os pais.
Essa ação integra um plano mais amplo de proteção voltado a grupos vulneráveis durante o Carnaval, incluindo mulheres, a população negra e a comunidade LGBTQIA+. A orientação oficial para todos os responsáveis é clara: em caso de qualquer desencontro, não se deve esperar para agir; a busca por um policial ou por uma base de apoio deve ser imediata. Ao transformar a prevenção em um hábito de folia, o uso das pulseiras reafirma que a diversão e o cuidado podem caminhar juntos nas ruas de São Paulo.