Professores têm ferramenta on-line para discussão curricular
Material poderá ser consultado no site da Prefeitura e permite envio de sugestões para traçar novo currículo dos estudantes de Diadema
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 10/07/2017
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Definir o que e como ensinar em cada ano de escolaridade, bem como metodologia e critérios de avaliação, é o principal objetivo da discussão curricular para escolas municipais e conveniadas de Diadema que, neste mês, ganha uma nova ferramenta: material on-line para que profissionais de Educação, conselheiros, estudantes e pais possam consultar.
São 25 textos sobre Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Especial que contextualizam o campo de experiência a ser adquirida e os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento do aluno para cada idade e série.
Para ter acesso, basta acessar o site da Prefeitura, no link de Secretarias/Educação/Discussão Curricular (http://www.diadema.sp.gov.br/governo/secretarias). Ao final de cada documento é possível deixar comentários e sugestões para serem incluídas na discussão. Não é preciso fazer inscrição prévia.
Os arquivos são resultado de discussões já realizadas em grupos de trabalho nas escolas. “Esse processo coletivo de revisão e discussão sensibiliza pessoas quanto à importância da escola na formação técnica, científica e humanizada dos nossos estudantes”, afirmou a secretária de Educação, Tatiane Ramos. Esse movimento vai compor a futura Proposta Curricular, em acordo com o Novo Ensino Fundamental de nove anos.
Novo perfil
O currículo atual foi implantado em 2007. A discussão pretende revisar o currículo da rede municipal nos últimos 10 anos, considerando o contexto e as necessidades educacionais atuais. O ponto central é o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e competências para formar cidadãos empreendedores, com pluralidade de idéias e respeito ao outro, à escola e ao meio ambiente.
“A educação vive o grande desafio de superar a transmissão e memorização de conteúdos em detrimento do desenvolvimento de habilidades para formar pessoas críticas, autônomas e participativas”, explica a diretora de formação e acompanhamento pedagógico, Ana Paula Guedes.
A discussão teve início em 2016. Para sistematizar a proposta, serão realizados ainda seminários temáticos, audiências públicas e o simpósio da Educação. A publicação do documento final está prevista para 2018.