Professores do Sesi-SP iniciam greve por reajuste salarial e valorização
Mobilização organizada pelo SinproSP e Fepesp reúne cerca de 4 mil docentes em todo o Estado; sindicatos reivindicam aumento maior do que o oferecido pela gestão
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 31/03/2025
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Grande parte das professoras e professores do Sesi-SP aderiu à greve iniciada nesta segunda-feira (31), paralisando escolas em diversas regiões do Estado. Em São Paulo, a mobilização é coordenada pelo SinproSP (Sindicato dos Professores de São Paulo), enquanto as demais unidades contam com a atuação de sindicatos vinculados à Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo).
A categoria exige valorização profissional e um reajuste salarial de 2,5%, índice superior aos 0,33% acima da inflação oferecidos pela gestão do Sesi-SP. O movimento tem adesão de cerca de 4 mil docentes e busca pressionar a administração para avançar nas negociações.
Mobilização e adesão expressiva
Diretores do SinproSP visitaram as nove escolas do Sesi na capital, dialogando com professores, alunos e pais sobre a greve e distribuindo panfletos explicativos. O presidente do SinproSP e da Fepesp, Celso Napolitano, destacou a importância da mobilização:
“É uma paralisação histórica a favor dos direitos da categoria e das nossas reivindicações. Convidamos todos os docentes a engrossar este movimento, que representa uma aula de civilidade.”
A greve foi aprovada com ampla maioria em assembleia estadual no dia 22 de março e confirmada novamente no último dia 29. Até o momento, já foram realizadas 11 rodadas de negociação desde o início da Campanha Salarial 2025, em novembro do ano passado.
Para avaliar o primeiro dia de paralisação, uma nova assembleia estadual remota será realizada ainda hoje (31), às 18 horas, reunindo docentes de todo o Estado para definir os próximos passos do movimento.