Procon Santo André aconselha consumidor a pesquisar preços de ovos de Páscoa
Produto varia até 26,8% nas lojas da cidade; órgão ressalta importância de verificar qualidade durante as compras
- Publicado: 26/03/2013 08:25
- Alterado: 26/03/2013 08:25
- Autor: Redação
- Fonte: Secom PSA
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“Veja se consegue não deixar tudo para a última hora. Assim, não leva ovos de Páscoa quebrados e amassados para casa”. A orientação é de Heleni de Paiva, diretora do Departamento de Assistência Judiciária e Defesa do Consumidor, o Procon Santo André. Neste período que antecede a Páscoa, a advogada alerta para a variação de preço e qualidade do produto. No município, o custo pode oscilar em até 26,8%.
Segundo levantamento da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André), que pesquisou o custo de três fabricantes, o ovo mais barato foi o de 180g da Nestlé – R$ 20,89, e o mais caro, dentro da mesma categoria, o da Lacta, de 170g – R$ 27,99. Uma variação de 17,8%. A marca Garoto também entrou no levantamento e pelo produto de 180g, o preço mínimo ficou em R$ 21,98 e o mais caro, R$ 24,99, apresentando uma variação de 13,6%.
Pesquisar os preços é muito importante antes de o consumidor ir às compras. Saber o valor com antecedência facilita a ida direta a um estabelecimento pré-determinado ou a uma prateleira para pegar a opção de melhor preço. Mas este não é o único ponto que o cliente deve prestar atenção. “Como se trata de um produto perecível, é preciso checar a data de fabricação e da validade impressa na embalagem. Também é bom verificar a procedência do produto”, diz a diretora do Procon.
Ela ainda ressalta que o rótulo do alimento deve trazer a identificação do fabricante, a data de validade, peso e a composição, considerando as pessoas sensíveis à ingestão de açúcar ou glúten. Outro detalhe apontado por Heleni é escolher os ovos nas lojas e supermercados, evitando levar chocolates danificados. “A troca deste tipo de produto não pode ser efetuada”, pontua.
PRODUTOS PARA CRIANÇAS – Na compra de ovos para crianças, a atenção deve ser redobrada. Esses produtos são recheados com brinquedos, montados por peças pequenas que podem oferecer riscos, principalmente para as crianças menores. Os brinquedos também devem apresentar o selo do Inmetro, por questões de segurança e riscos à saúde.
A diretora reforça que a Lei Estadual Nº 8.124, promulgada em 5 de novembro de 1992, determina que os fornecedores exponham amostras sem lacre dos produtos à venda para exame do consumidor. Ela ainda sugere que não se leve as crianças às compras. Dessa forma, os pequenos não ficarão impressionados com as embalagens e personagens, fatores que influenciam a decisão de compra e encarecem o seu total.