Presidente do Santos reclama de pênalti em Neymar contra o Atlético
Marcelo Teixeira, presidente do Santos, criticou a arbitragem após empate com o Atlético-MG, destacando lance polêmico co
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 15/09/2025
- Autor: Redação
- Fonte: PMSA
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, expressou sua indignação em relação à atuação da arbitragem após o empate de 1 a 1 contra o Atlético-MG, ocorrido no último domingo (14/9) na Arena MRV, durante a 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em uma entrevista concedida ao Seleção Sportv nesta segunda-feira (15/9), Teixeira destacou um incidente envolvendo o atacante Neymar como um dos principais motivos de sua insatisfação.
O lance controverso aconteceu logo após Neymar finalizar ao gol, quando o jogador foi atingido por trás por Gustavo Scarpa dentro da área. O árbitro Bruno Arleu de Araújo não assinalou pênalti e a jogada não foi submetida a uma revisão no VAR, que era supervisionado por Wagner Reway.
“Houve um lance gravíssimo no primeiro tempo. Imagine se o Neymar tivesse se machucado com uma entrada daquela? E nem mesmo houve uma chamada para revisão. Isso é preocupante, pois temos alertado, apresentado material e participado de reuniões, mas não observamos mudanças na postura dos árbitros ou nos critérios do VAR”, declarou Teixeira.
Teixeira também reiterou que a equipe tem sido alvo de erros de arbitragem em várias partidas do Brasileirão e defendeu a necessidade de profissionalização dos árbitros. “Um pênalti claríssimo não foi marcado. Se há um recurso tecnológico disponível, pelo menos deveria haver uma chamada ao árbitro para que ele avaliasse o lance. É uma preocupação constante para nós. Participaremos mais uma vez da reunião de arbitragem e esperamos que esses erros frequentes não impactem os resultados. Defendemos critérios corretos, não para beneficiar ninguém, mas para garantir justiça nas decisões”, acrescentou.
Embora o Santos tenha enfrentado também a expulsão do zagueiro Zé Ivaldo no segundo tempo após falta em Hulk, a principal queixa da diretoria concentrou-se no lance de pênalti não marcado contra Neymar.