Policiais Militares realizam salvamento de bebê engasgado em Santos-SP

Polícia Militar salva bebê engasgada em Santos: um relato emocionante de coragem e gratidão de uma mãe na hora do desespero.

Crédito: Divulgação

Em Santos-SP, duas situações de emergência envolvendo uma recém-nascida foram registradas nos dias 6 e 16 de outubro, na 5ª Companhia da Polícia Militar. A bebê, com apenas um mês de vida, foi salva graças à pronta atuação dos policiais militares, cujas ações foram capturadas pelas câmeras de segurança da unidade.

Na primeira ocorrência, a mãe da bebê, Thalita Querino Ribeiro, de 39 anos, procurou a corporação durante a madrugada após perceber que sua filha estava engasgada. “Eu estava com ela dormindo […] Quando eu vi, ela estava engasgada. Tentei fazer [a manobra], mas não consegui. Como eles ficam na frente da minha casa, eu desci automaticamente com ela”, relatou Thalita.

Os policiais aplicaram a manobra de Heimlich e conseguiram desobstruir as vias aéreas da criança, que foi posteriormente deixada aos cuidados da mãe. Thalita mencionou que sua filha já havia apresentado episódios de refluxo desde a maternidade.

Entretanto, na manhã do dia 16, a situação se agravou. Thalita buscou novamente a ajuda da polícia após sua filha sofrer um engasgo mais severo. Os policiais realizaram o procedimento necessário para desobstruir as vias respiratórias da menina e rapidamente a conduziram ao hospital em uma viatura. “Eu acho que cheguei no hospital em 3 minutos. Não consigo nem esquecer dessa imagem […] Se não fosse a polícia eu acho que eu não iria ter nem tempo de chegar no hospital”, comentou.

Ao chegar na UPA Central, Thalita recebeu assistência imediata e os médicos realizaram uma aspiração do leite materno que estava bloqueando as vias aéreas e o estômago da bebê. “Eu cheguei com ela roxa no hospital”, revelou a mãe angustiada.

A criança precisou ser internada e recebeu alta médica somente no dia seguinte, 17 de outubro. Durante sua estadia no hospital, Thalita foi orientada a adquirir um leite anti-refluxo para evitar novos incidentes. Desde então, segundo ela, não ocorreram mais episódios de engasgo.

Thalita expressou sua gratidão pela intervenção dos policiais e da equipe médica: “Se não fossem eles, eu não sei o que ia ser da minha vida sem a minha filha. Tanto os policiais quanto eles [equipe médica] foram uma junção de salvamentos”.

No dia 18, Thalita teve a oportunidade de reencontrar os agentes que ajudaram sua filha na unidade da PM e elogiou o trabalho realizado pela corporação: “A vida da minha filha estava na mão deles. É um nervosismo para todos e uma responsabilidade muito grande”.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 21/06/2025
  • Fonte: FERVER