Polícia apreende R$ 3,2 milhões em cocaína em teto de furgão
A Polícia Militar Rodoviária encontrou 42 quilos de cocaína em um fundo falso na Rodovia Raposo Tavares
- Publicado: 05/07/2026 15:10
- Alterado: 05/07/2026 15:10
- Autor: Daniela Ferreira
- Fonte: Agência SP
A Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo efetuou uma apreensão de entorpecentes que causou um prejuízo estimado em mais de R$ 3,2 milhões ao narcotráfico. A ação policial ocorreu no último sábado, 4 de julho de 2026, no município de Palmital, região interiorana do estado, resultando no confisco de 42,9 quilos de cocaína pura e na prisão de um homem.
A interceptação do carregamento ilícito foi conduzida por equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) no âmbito das ações fiscalizatórias da Operação Impacto.
Fundo Falso e Abordagem

Os patrulheiros do TOR deram ordem de parada a um furgão comercial que trafegava pelo trecho da Rodovia Raposo Tavares (SP-270) e direcionaram o utilitário para o pátio da Base Rodoviária local. Durante os procedimentos de rotina e checagem de documentos, as autoridades notaram um nervosismo acentuado e respostas nitidamente contraditórias por parte dos dois ocupantes sobre a origem e o destino da viagem.
A suspeita motivou uma busca estrutural minuciosa no veículo. Ao vistoriarem o compartimento de carga, os policiais descobriram uma estrutura de teto falso modificada artesanalmente. No interior do esconderijo oculto, estavam armazenados 41 tabletes prensados de cocaína.
Encaminhamento à Polícia Federal
O condutor do veículo automotor assumiu a responsabilidade pelo transporte da carga e recebeu voz de prisão em flagrante. Ele foi conduzido, junto com os materiais e o furgão apreendido, para a Delegacia da Polícia Federal em Marília (SP), onde foi autuado pelo crime de tráfico interestadual de drogas e ficou detido no sistema prisional à disposição da Justiça Federal.
Uma mulher que viajava na poltrona do passageiro também foi encaminhada para a delegacia para prestar esclarecimentos. Após o depoimento inicial, ela foi liberada pelas autoridades por ausência de provas de coparticipação no crime.