Piquet e Mansell fazem o duelo final do Fusion Grand Prix
A série Fusion Grand Prix, criada pela Ford para o pré-lançamento do Novo Fusion, já superou 1,6 milhão de visualizações em três semanas de exibição. No quarto e último episódio, “A corrida”, colocado no ar hoje, os campeões Nelson Piquet e Nigel Mansell vão para o duelo final, acelerando todos os 240 cv do novo […]
- Publicado: 06/02/2013 08:18
- Alterado: 22/08/2023 20:18
- Autor: Redação
- Fonte: Ford
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A série
Fusion Grand Prix, criada pela Ford para o pré-lançamento do Novo Fusion, já
superou 1,6 milhão de visualizações em três semanas de exibição. No quarto e
último episódio, “A corrida”, colocado no ar hoje, os campeões Nelson
Piquet e Nigel Mansell vão para o duelo final, acelerando todos os 240 cv do
novo sedã de luxo da Ford. O resultado pode ser visto aqui.
O
sucesso da série vem da combinação de vários ingredientes. Um deles é a
decantada rivalidade dos pilotos, que viveram disputas históricas na Fórmula 1.
Mesmo depois de 25 anos, nenhum dos dois aceita a ideia de ver o oponente
chegar na frente. A disposição de “não tirar o pé” nem poupar o
equipamento ficou clara durante o pega, que teve duas batidas fortes dos
carros, sem contar outros “esbarrões”.
Outro
ponto é a qualidade do Novo Fusion, que impressiona pelo visual sofisticado,
direção empolgante e desempenho do motor turbo 2.0 EcoBoost. Os dois pilotos
elogiaram o carro espontaneamente durante as gravações, que deixaram a conversa
fluir naturalmente, sem nenhum roteiro estabelecido.
“A
proposta da série Fusion Grand Prix foi juntar duas lendas do automobilismo
para apresentar um carro que também chegou para fazer história. Vem daí o seu
nome, A new legend is born (nasce uma nova lenda)”, diz Mauricio Greco,
gerente de Comunicação de Marketing da Ford.
Chama
a atenção também a qualidade da produção, que deu um tratamento de cinema às
imagens e consegue extrair toda a emoção do encontro. Os três primeiros
episódios serviram como preparação para o confronto final. O primeiro recuperou
imagens dos pilotos na Fórmula 1. No segundo, eles conheceram o carro nos
boxes. No terceiro, fizeram testes e tomada de tempo na pista.
Batidas e provocações
Depois
da bandeirada final, os pilotos conversam sobre suas vitórias na Fórmula 1,
misturando momentos de emoção com a habitual dose de ironia. “Tenho apenas
memórias fantásticas daquele tempo”, diz Mansell. “Nelson ficou muito
satisfeito quando eu o venci em 1987. Acho que ele ficou uns 20 anos sem falar
comigo.”
Piquet
recorda a pressão da época nos bastidores. “Meu maior desafio era ganhar o
campeonato do mundo em um time inglês, com outro piloto inglês. A equipe estava
sugando tudo o que eu tinha de experiência, mas com a vontade que ele ganhasse.
Assim, eu fazia tudo para desestabilizar ele, moralmente, emocionalmente”,
conta.
O
piloto brasileiro, tricampeão mundial, mantém o mesmo tom ao comentar a corrida
com o Novo Fusion. “Não fui eu que comecei a bater. Ele começou a bater e eu
falei, quem bate, eu bato bem, também. Aprendi a fazer isso toda a minha
vida.”
“Seu
babaca, oh, desculpe”, termina Mansell, recuperando a fleuma perdida por
uns instantes, depois de ser jogado fora da pista na reta final, em uma batida
que lhe custou a vitória no duelo. Em compensação, o inglês juntou ao seu
currículo a conquista da volta mais rápida.