Pfizer demite 150 trabalhadores e sindicalistas fazem “greve de ocupação”

Movimento acontece devido a intransigência de representantes da empresa que se recusam a negociar as 150 demissões

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Sindicalistas estão, neste momento (25/5), fazendo uma “greve de ocupação” na empresa Pfizer, que fica na Rua Alexandre Dumas, 1860, Chácara Santo Antônio, em São Paulo.  A “greve de ocupação” acontece devido a intransigência de representantes da empresa que se recusam a negociar as 150 demissões.

Permanecem no local, sindicalistas da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria Química), da FIP (Federação Interestadual dos Propagandistas), da Feprop (Federação dos Propagandistas e Vendedores de Produtos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro) e da Feprovenone (Federação dos Sindicatos de Propagandistas , Propagandistas-Vendedores e Vendedores de Produtos Farmacêuticos do Norte e Nordeste).

Os sindicalistas irão fazer a “greve de ocupação” até a empresa reabrir a negociação. “A intransigência da empresa e as demissões são inadmissíveis”, adianta o presidente da CNTQ, Antônio Silvam.

Segundo ele, após a empresa obter faturamento de 25,7 bilhões de dólares no primeiro trimestre de 2022, decidiu fazer demissões imotivadas. “Infelizmente, a forma que a empresa achou de reconhecer os trabalhadores que ajudaram a empresa nesses resultados foi a demissão imotivada”, critica o sindicalista.

  • Publicado: 15/01/2026
  • Alterado: 15/01/2026
  • Autor: 25/05/2022
  • Fonte: Fever