Pesquisadora da Fiocruz atribui falta de vacinas a ‘incompetência diplomática’

Segundo a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo a "as gestões diplomáticas fracassaram"

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Margareth, pioneira no atendimento de pacientes de covid-19 no Brasil, responsabilizou a “absoluta incompetência diplomática” do País pelo atraso na chegada de insumos para a produção de vacinas contra o novo coronavírus.

Tanto a Coronavac, do Butantan, quanto a vacina de Oxford, a ser produzida pela Fiocruz, dependem de insumos vindos da China, que já deveriam ter chegado ao País, mas estão retidos na alfândega chinesa. A Índia, por sua vez, mandaria um lote de dois milhões de doses já prontas da vacina de Oxford para adiantar a campanha de vacinação brasileira, mas também houve atrasos.

“A absoluta incompetência diplomática do Brasil não permite que cada um dos senhores aqui presentes, suas famílias e aqueles que vocês amam estejam amanhã ou nos próximos meses recebendo a única solução que há para uma doença como a covid-19”, discursou Margareth Dalcolmo, visivelmente emocionada, ao receber uma homenagem da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 21/01/2021
  • Fonte: FERVER