Oficinas culturais potencializam processo criativo para estudantes de São Caetano

Confira mais sobre as oficinas culturais para estudantes em São Caetano

Crédito: Eric Romero/PMSCS

A Prefeitura de São Caetano, por meio da Secretaria de Educação e em parceria com a Secretaria da Cultura, tem utilizado as oficinas culturais dentro do programa Arte Educadores nas Escolas estimulando o processo criativo como pilar das ações educacionais na rede municipal.

Arte-educadores organizam diversas oficinas de arte cênicas, dança, música e práticas integrativas para alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental. “Essa parceria com a Secretaria da Cultura faz com que o Programa possa promover a interação entre os arte-educadores e a comunidade escolar nas escolas, tendo como princípios a ludicidade, a experimentação, o processo criativo, as temporalidades, a inter linguagem e o sentimento de pertencimento”, diz Guto Rodrigues, coordenador do programa Arte Educadores nas Escolas.

O objetivo do programa é oferecer oficinas para desenvolver ações culturais nas escolas com a proposta de possibilitar iniciação artística em diversas linguagens de forma integrada, alinhada aos processos contemporâneos de criação e em diálogo com o contexto social e a realidade local.

A EMEI Irineu da Silva, no Bairro São José, recebeu a arte-educadora Cecília Muniz Castro para uma oficina de teatro. Com 20 anos de experiência, Cecília avalia que as oficinas têm caráter social para formação das crianças enquanto cidadãs.

A gente não tem o foco aqui de formar um ator ou uma atriz. É estimular para formação global. Aqui a gente trabalha o coletivo, eles vão aprender a ouvir, a prestar atenção no que está acontecendo, em uma cena, vai baixando a ansiedade de querer falar ao mesmo tempo, aprendem a dividir o espaço. E, claro, pode ser que alguém se transforme em um ator ou em uma atriz, essa sementinha é plantada”, analisou.

A turma do G5 ouviu atentamente a história de Romeu e Julieta, borboletas que descobriram junto com o amigo Ventinho que o mundo se une por meio de suas diferenças. Depois de escutar a narração de Cecília, foi a vez dos cerca de 15 alunos, de 4 e 5 anos, atuarem. Cada um escolheu um personagem, se caracterizou e reproduziu toda a história.

“A arte, dentro da vida, não é extraordinário, é ordinário, para ter todo dia. Tem que ter para que a gente não saiba viver sem. Porque ninguém vive sem  música, sem o filme, sem dança, sem cantar. Isso é arte”, finalizou Cecília.

  • Publicado: 20/01/2026
  • Alterado: 20/01/2026
  • Autor: 16/06/2025
  • Fonte: Farol Santander São Paulo