Novo Plano Diretor discute prestação de serviços da cidade de Diadema
O secretário de Finanças e coordenador do eixo, Jorge Luiz Demarchi, ressaltou a importância da visão multidisciplinar e da necessidade de pensar no Plano Diretor em conjunto
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 08/02/2018
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Pensar no caminho percorrido ao abrir uma empresa e em melhorias no processo burocrático. Esses são os objetivos do Eixo Serviços e Tecnologia apresentados durante a 1ª reunião da vertente do Plano Diretor 2018, realizada na manhã desta quarta-feira, 7/02, no auditório do Paço Municipal.
O encontro reuniu representantes das secretarias de Finanças, de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, de setores da indústria como Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Diadema, da educação como Universidade Federal Paulista (UNIFESP), além de empresas de tecnologia como Soluções em Conectividade e Internet (CTI).
“Eu acho a iniciativa perfeita. Precisamos conciliar tecnologia e desenvolvimento urbano. Essa é a oportunidade para aprendermos a fornecer para as empresas da região de uma forma diferente”, afirmou o gerente de contas sênior da empresa CTI, Eduardo Nogueira.
O secretário de Finanças e coordenador do eixo, Jorge Luiz Demarchi, ressaltou a importância da visão multidisciplinar e da necessidade de pensar no Plano Diretor em conjunto com a sociedade civil. “A nossa meta é atrair prestadores de serviços e empresas de serviços e tecnologia para se instalarem na cidade e assim aumentar a oferta de serviços”, explicou o secretário.
A próxima reunião do Eixo Serviços e Tecnologia está prevista para 7 de março.
Plano Diretor
O Plano Diretor é baseado na Lei Federal 10.257/2001 que regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal. Esses artigos estabelecem parâmetros e diretrizes da política e gestão urbana no Brasil. Seu objetivo é orientar as ações do poder público visando compatibilizar os interesses coletivos e garantir de forma mais justa os benefícios da urbanização, preservar os princípios da reforma urbana, direito à cidade e à cidadania e gestão democrática da cidade. O plano é obrigatório para municípios com mais de 20 mil habitantes, em cidades que integram as regiões metropolitanas, áreas de interesse e situadas em áreas de influência de empreendimentos turísticos ou atividades com significativo impacto ambiental na região ou no país.