No RJ, hospitais federais vão ter militares em ação do Ministério da Saúde

Militares e profissionais de hospitais privados como Sírio-Libanês e Albert Einstein, farão parte de uma ação integrada para tentar melhorar as condições de seis hospitais federais do Rio

No RJ, hospitais federais vão ter militares em ação do Ministério da Saúde

Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil

Os seis hospitais federais instalados no Rio de Janeiro foram afetados pela crise econômica.

A promessa de um “choque de gestão” nessas unidades já havia sido feita no início do mês pelo novo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A ação foi detalhada nesta quarta-feira, 23, em evento no Rio.

Foi a primeira medida de destaque anunciada pelo governo de Jair Bolsonaro na área da saúde. O Ministério da Saúde promete fazer, ainda durante os primeiros cem dias da gestão, o diagnóstico das necessidades de cada uma das seis unidades, criar uma estratégia de gestão e iniciar a implementação do plano de ação.

Passarão por essa “intervenção” do ministério os hospitais dos Servidores do Estado, Andaraí, Bonsucesso, Ipanema, Cardoso Fontes e da Lagoa.

Entre os objetivos da ação estão “diminuir a espera por atendimento nas unidades de emergência, melhorar o tempo médio de internação de cada paciente, reduzir os índices de infecção hospitalar, diminuir as taxas de mortalidade e racionalizar a utilização de recursos”.

Os profissionais de hospitais de excelência como os paulistanos Sírio e Einstein atuarão no projeto ensinando melhores práticas de gestão e compartilhando conhecimento e novas tecnologias.

Já os militares deverão atuar, segundo Mandetta, na área de gestão de processos e abastecimento, como organização de estoques e reposição nos hospitais.

  • Publicado: 24/01/2019 10:12
  • Alterado: 24/01/2019 10:12
  • Autor: Redação ABCdoABC
  • Fonte: Estadão Conteúdo