Mulher é detida por agressão, injúria racial e homofobia em padaria da Pompeia
Uma mulher foi detida pela Polícia Militar na noite da sexta-feira, 20, por agressão, injúria racial e homofobia contra funcionários e clientes da padaria Dona Deôla, na Pompeia, São Paulo
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 22/08/2023
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
De acordo com comunicado divulgado pelo estabelecimento no Instagram, a mulher insultou e agrediu funcionários e clientes que se mobilizaram para defendê-los.
Vídeo divulgado pela GloboNews e pelo G1 mostra a mulher questionando se aquela “era uma padaria gay” e dando tapas em um cliente. Ela teria dito ainda, segundo a emissora, que “odeia veados”.
Segundo a padaria, como os funcionários não podem tomar nenhuma medida que envolva contato físico com os clientes, eles chamaram a polícia, que prendeu a agressora em flagrante.
Os funcionários e clientes agredidos prestaram depoimento.
A Dona Deôla diz ter se colocado à disposição das autoridades, se comprometendo a disponibilizar as imagens das câmeras de segurança do local.
A empresa disse ainda que estar em contato com as vítimas “para oferecer todo suporte na tomada das medidas legais cabíveis”.
Por fim, a padaria disse repudiar qualquer ato de discriminação e reiterou “seu compromisso com a proteção e o bem estar dos seus funcionários e clientes”.
A reportagem não conseguiu contato com a mulher autora das agressões.
Lidiane Biezok, de 45 anos, que afirma ser advogada, ao G1 , se defendeu, e alegou que foi provocada por dois clientes quando estava comendo um sanduíche. Disse que reagiu, admitindo que se excedeu e usou inclusive termos homofóbicos contra eles. A mulher ainda afirmou que não tem nada contra gays. E negou que tenha utilizado termos racistas contra as pessoas da padaria.